[et_pb_section admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_post_title admin_label=”Post Title” title=”on” meta=”on” author=”off” date=”on” categories=”on” comments=”off” featured_image=”off” featured_placement=”below” parallax_effect=”on” parallax_method=”on” text_orientation=”left” text_color=”dark” text_background=”off” text_bg_color=”rgba(255,255,255,0.9)” module_bg_color=”rgba(255,255,255,0)” title_all_caps=”off” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid” date_format=”j. M. Y”] [/et_pb_post_title][et_pb_text admin_label=”Text” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]
Graças a José, que vai acolher Maria, Deus é connosco. Este homem, a quem se põe a simples questão de receber em sua casa a esposa, torna-se cúmplice da presença de Deus connosco. O anjo revela-lhe que, por detrás de uma decisão humana, estão os desígnios divinos. Eu tenho obrigação de o saber, graças aos profetas que o repetem, aos evangelhos que o anunciam ou à liturgia que, todos os anos, celebra o Natal. Contudo, não será importante escutar que Deus está comigo hoje, no centro das minhas ocupações?
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