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Natal 2016: Interioridade

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Ano Pastoral 2016+17

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25. Dezembro. 2016

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O evangelista Lucas, por duas vezes, refere que Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração (capítulo 2, versículos 19 e 51). Conservar e meditar são dois verbos, duas atitudes essenciais na valorização da interioridade. Digamos que são complementares, na medida em que exprimem duas dimensões próprias da capacidade humana em recordar, fazer memória. Ainda que não se possa estabelecer uma divisão clara entre uma atitude e outra, é razoável associar o verbo conservar à memória “cerebral” (do cérebro) e o verbo meditar à memória “cordial” (do coração). O tempo de Natal decorre entre 25 de dezembro de 2016 e 8 de janeiro de 2017.

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Natal 2016 PDF

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A oportunidade de “um tempo diferente” mantém a pertinência na dinâmica litúrgica e pastoral que teve início no Advento e desemboca no Natal. O tempo caracterizado pelo silêncio, sugerido pelo filósofo Byung-Chul Han no ensaio intitulado Fecha os olhos, por favor, abre-nos ao sentido da vida, sentido esse que leva a mergulhar cada vez mais na profundidade do ser, na interioridade. Sim, a beleza e a grandeza do silêncio conduz à interioridade, temática proposta para o tempo de Natal (período que decorre entre os dias 25 de dezembro e 8 de janeiro). A partir do interior do ser, pelo silêncio, pode-se assimilar os acontecimentos, chegar à contemplação, encontrar um “tempo bom”, isto é, um tempo com ritmo, pois quando se perde o ritmo, “desaparece também todo o tempo justo ou bom”.

Mãe do recordar

Maria é uma mulher de interioridade: “interiorizada pela Palavra de Deus, que fez dela sua Mãe, e interiorizadora da Palavra de Deus, transformando-a no seu Filho” (Domingo Montero, Queremos ver Jesus!, Difusora Bíblica). A sua presença exprime-se de uma forma discreta mas oportuna, sem protagonismos. “Viveu na normalidade da fé, e viveu a fé com normalidade”. Deixou-se tocar pelo espanto da vida. O evangelista Lucas, por duas vezes, refere que Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração (capítulo 2, versículos 19 e 51). Conservar e meditar são dois verbos, duas atitudes essenciais na valorização da interioridade. Digamos que são complementares, na medida em que exprimem duas dimensões próprias da capacidade humana em recordar, fazer memória. Ainda que não se possa estabelecer uma divisão clara entre uma atitude e outra, é razoável associar o verbo conservar à memória “cerebral” (do cérebro) e o verbo meditar à memória “cordial” (do coração). A primeira, relacionada com o “arquivo de dados” na inteligência, corre sempre o risco do esquecimento. Até mesmo as tecnologias que se vangloriam da capacidade em armazenar dados estão sempre sujeitas à perda desses dados, quer seja por uma falha de funcionamento, quer pela erosão do tempo, quer pelos ataques deletérios perpetrados com a intenção de os fazer desaparecer. Nem o mais sofisticado backup se apresenta totalmente seguro. Ao contrário, a memória “cordial”, relacionada com o calor das vivências guardadas no coração, permanece para sempre, pois o “coração” jamais esquece as palavras e os acontecimentos que nele são conservados e meditados. “Maria ensina a interiorizar a vida, a depositá-la nesse espaço seguro, à prova de amnésias, que é o coração”. Maria é, pois, Mãe do recordar como evoca Chiara Casucci num poema musicado por Mite Balduzzi.  “Enquanto a memória cerebral se alimenta apenas de experiências, a memória cordial alimenta a esperança. E cultivar esta memória do coração não é uma ingenuidade: é a maior audácia. Só os fortes são capazes disso. A memória do coração sabe fazer da vida, com as suas luzes e as suas sombras, alegrias e sofrimentos, um ‘magnificat’ de gratidão, louvor e alegria, como soube Maria” (Domingo Montero). A vivência da interioridade, com e como Maria, impele-nos a fazer nosso o seu louvor pelas maravilhas de Deus operadas na sua vida e na nossa (a atitude do “louvor” vai dinamizar o Tempo Comum).

Laboratório da Fé contemplada

Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração (Lucas 2, 19). Ela conhecia parte da verdade. Há de tornar-se guardiã e mediadora do mistério daquele Menino, no qual se encontram e se reconciliam o divino e o humano. Por enquanto, a realidade é demasiado ampla para ser compreendida de um só fôlego; é preciso ir meditando-a no coração. Que belo testemunho de fé contemplada! Neste contexto, o entrelaçar destas duas atitudes (conservar e meditar) exprime-se na capacidade em rezar, isto é, ler a vida a partir de Deus: contemplar. A vida torna-se lugar da presença do divino, fica “grávida” de Deus para o “dar à luz” no quotidiano. É claro que a presença de Deus não depende de nós, até porque “Ele está no meio de nós”. E quando dizemos que Deus está no meio de nós não o afirmamos em termos geográficos, mas que está em nós, habita-nos: é Deus connosco. O desafio humano consiste em perceber e acolher essa presença, como Maria. Na verdade, a interioridade própria de uma fé contemplada não me pede um mero exercício de introspeção, mas o reconhecimento da presença de Deus em mim, no meu ser.

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4AdventoA16_SITE
Advento, Liturgia,

Será chamado “Emanuel”, que quer dizer “Deus connosco”

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Quarto Domingo de Advento | Ano A

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18. Dezembro. 2016

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Maria e José ficaram espantados com a missão que lhes foi confiada. Esse espanto que enche de temor abre os seus corações à ação do Espírito Santo. Nem mais! Nas profundezas do coração, lá onde se fazem todas as perguntas, lá onde se tomam as decisões, José e Maria encontram Deus. Um Deus que fala no silêncio. O mesmo pode acontecer connoscoEm 2016, o Quarto Domingo de Advento (Ano A) celebra-se no dia 18 de dezembro.

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4AdventoA2016

 

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O Quarto Domingo de Advento (Ano A) conduz-nos ao início do evangelho segundo Mateus: o relato da Anunciação a José, uma página que entronca Jesus na genealogia de David (evangelho). Para isso, Mateus conjuga o anúncio com um sonho. José aceita a missão, permitindo assim que Jesus fique associado à linhagem messiânica: José é descendente de David. A intervenção do Espírito Santo na conceção do Menino cumpre a profecia de Isaías (primeira leitura): o Emanuel (Deus connosco) nascerá de Maria. Do coração dos crentes, brota um cântico de alegria (salmo). E Paulo vive a missão de anunciar esta Boa Nova (segunda leitura).

«Será chamado ‘Emanuel’, que quer dizer ‘Deus connosco’»

Anunciação do Anjo é uma expressão que faz pensar, quase se imediato, na visita do Anjo a Maria. Mas essa é uma das perspetivas, a que chegou até nós pela pena de Lucas. Contudo, outro evangelista, Mateus, põe em destaque a visita a José: a Anunciação do Anjo a José.

Nas aldeias e cidades, nas casas e nas igrejas, adornam-se e iluminam-se as montras e as ruas, as portas e as janelas… Os presépios ganham forma, ainda que sejam cada vez mais discretos, tendo sido substituídos por presentes e/ou imagens promovidas por campanhas publicitárias. Em qualquer caso, são sinais da festa que se aproxima (até para muitos que não acreditam!).

Mateus, decalcando Isaías, clarifica: o sinal, por excelência, é o da Virgem que vai dar à luz um Menino: «Será chamado ‘Emanuel’, que quer dizer ‘Deus connosco’». Emanuel (em hebraico) traduz-se por «Deus connosco». Esta é a sua missão: assumir a nossa humanidade para que Deus seja connosco, se torne um de nós (em tudo, exceto no pecado).

É precisamente o «pecado» que remete para a plenitude da missão, de acordo com a indicação dada pelo mensageiro divino: o seu nome próprio será «Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados». Jesus (em hebraico) significa «o Senhor salva».

«Emanuel» e «Jesus» são os sinais mais verdadeiros do Natal: Deus é connosco para nos salvar. Será que os desejos e presentes que vamos trocar com os familiares e amigos se podem converter em sinais da presença de Deus, sinais de salvação?

Silêncio de intimidade

Maria e José ficaram espantados com a missão que lhes foi confiada. Esse espanto que enche de temor abre os seus corações à ação do Espírito Santo. Nem mais! Nas profundezas do coração, lá onde se fazem todas as perguntas, lá onde se tomam as decisões, José e Maria encontram Deus. Um Deus que fala no silêncio. O mesmo pode acontecer connosco. Isso é o Natal! Para o fazer acontecer é preciso mergulhar na intimidade do nosso ser, envolvê-la de silêncio, um silêncio de intimidade. «Preparamo-nos então a celebrar o Natal contemplando Maria e José: Maria, a mulher cheia de graça que teve a coragem de se confiar totalmente à Palavra de Deus; José, o homem fiel e justo que preferiu acreditar no Senhor em vez de ouvir as vozes da dúvida e do orgulho humano. Caminhemos com eles rumo a Belém» (Francisco, Angelus, 22 de dezembro de 2013).

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Advento, Liturgia,

Ide contar o que vedes e ouvis

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Terceiro Domingo de Advento | Ano A

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11. Dezembro. 2016

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A alegria está aí! Este é o «Domingo da Alegria», o Terceiro de Advento (Ano A). Uma alegria já proclamada pelo profeta Isaías ao povo exilado, alegria que é trazida por Deus. Tenhamos confiança! Deus vem salvar-nos . E, como exorta Tiago, esperemos com paciência: desejando a «vinda do Senhor», permanecendo firmes na fé e vigilantes na esperança. Em 2016, o Terceiro Domingo de Advento (Ano A) celebra-se no dia 11 de dezembro.

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3AdventoA2016

 

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Estará João Batista impaciente? Ele manda perguntar a Jesus: «És Tu Aquele que há de vir, ou devemos esperar outro?» (evangelho). Jesus Cristo responde com atos, os mesmos que cumprem as profecias. Então, para nós, a alegria está aí! Este é o «Domingo da Alegria», o Terceiro de Advento (Ano A). Uma alegria já proclamada pelo profeta Isaías ao povo exilado, alegria que é trazida por Deus (primeira leitura). Tenhamos confiança! Deus vem salvar-nos (salmo). E, como exorta Tiago, esperemos com paciência: desejando a «vinda do Senhor» (segunda leitura), permanecendo firmes na fé e vigilantes na esperança.

«Ide contar o que vedes e ouvis»

João Batista é um verdadeiro profeta, «mais que profeta», é o Precursor. O elogio que recebe de Jesus confirma essa missão: dispor o coração dos outros para se abrirem à ação de Deus. Mesmo na prisão, não deixa de apontar para «Aquele que há de vir», como sempre o fez.

O caminho do Messias, que Deus o encarregou de preparar, mantém-se no centro das suas ocupações. Então, talvez não esteja impaciente. O envio dos discípulos com uma questão, mais do que uma dúvida, é porventura uma estratégia para os levar até Jesus, para os fazer contemplar os sinais da vinda do Messias.

Jesus, entrando no jogo, não oferece uma resposta passiva, do género «Sim, sou o Messias» ou «Não sou, tendes de esperar outro». A resposta é duplamente ativa: fala-lhes da mudança que está a acontecer — «os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e a Boa Nova é anunciada aos pobres» — e, ao mesmo tempo, convida-os a dar testemunho: «Ide contar [a João] o que vedes e ouvis».

A resposta remete para a vida, para as atitudes e comportamentos, neste caso, marcados pelo amor aos outros, pela alegria das palavras. Hoje, o que temos para contar? Se nos perguntarem se somos discípulos missionários de Jesus Cristo ou é preciso esperar outros, como respondemos? Podemos dizer, como Jesus, para verem o que fazemos e ouvirem o que dizemos? O nosso dia é preenchido com gestos de amor ou só com palavras e intenções?

Silêncio alegre

A prática das obras de misericórdia permite-nos experimentar a mesma alegria vivida por Jesus Cristo. E para tornar atuais os sinais messiânicos, temos de começar pela contemplação silenciosa do outro. Sem juízos prévios. Primeiro, abrir os olhos e os ouvidos para perceber as suas necessidades reais e, depois, agir com eficácia, à maneira de Jesus Cristo. Então, desse silêncio ativo brotará o silêncio alegre da salvação. Neste processo, acompanha-nos a jovem de Nazaré, Maria. «A Ela o Anjo disse: ‘Alegra-te, ó cheia de graça: o Senhor está contigo’ (Lucas 1, 28). Que Ela nos obtenha viver a alegria do Evangelho em família, no trabalho, na paróquia e em todos os ambientes. Uma alegria íntima, feita de admiração e ternura. A que sente uma mãe quando olha para o seu filho recém-nascido, e sente que é um dom de Deus, um milagre que se deve agradecer!» (Francisco, Angelus, 15 de dezembro de 2013).

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Advento, Liturgia,

Praticai ações que se conformem ao arrependimento que manifestais

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Segundo Domingo de Advento | Ano A

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4. Dezembro. 2016

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O Advento diz-nos que a vida pode renascer repleta de paz. O protagonista é Deus. A esperança tem de ser posta em Deus, não em nós. Por isso, o Advento convida a uma atitude que torne possível a obra salvadora de Deus. Antes de mais, deixar Deus agir em nós, como MariaEm 2016, o Segundo Domingo de Advento (Ano A) celebra-se no dia 4 de dezembro.

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2AdventoA2016

 

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Saboreemos os textos bíblicos propostos para o Segundo Domingo de Advento (Ano A): poema de Isaías, cântico de esperança, exortação de Paulo, estímulo determinado de João Batista. A Liturgia da Palavra prepara os corações para o grande Acontecimento. Isaías não desiste de cantar e de afirmar a sua fé na promessa (primeira leitura): Deus faz tábua rasa de toda a espécie de mal; e faz renascer a vida. Um rei há de vir, um messias, filho de David. Deus dar-lhe-á a sua justiça (salmo). Será o salvador de todos. Tudo isto «foi escrito para nossa instrução, a fim de que […] tenhamos esperança» (segunda leitura). Abramos os nossos corações, preparemos o caminho do Senhor (evangelho)!

«Praticai ações que se conformem ao arrependimento que manifestais»

João Batista, que juntamente com Isaías e Maria marcam este tempo de Advento, é uma figura incontornável. Mateus condensa a sua pregação: «Arrependei-vos, porque está perto o reino dos Céus». Jesus Cristo vai assumi-la e dar-lhe plenitude. De João a Jesus, passa-se do batismo com «água» ao batismo «no Espírito Santo e no fogo».

A opção em viver no deserto, em extrema sobriedade, e a força da sua mensagem atraem as multidões. Ele transporta uma credibilidade que o ultrapassa: não atua em proveito pessoal nem oferece um caminho de facilidade, antes sacode os ouvintes com uma linguagem quase a raiar o insulto. «Raça de víboras» — diz diretamente a alguns. Por bem menos, outros foram expulsos e perseguidos! Por agora não é o caso, até porque são muitos os que se aproximam para receber o batismo de conversão, nas águas do rio Jordão. Como é que este homem provocador e exigente propõe um caminho que atrai? Talvez por ser ele próprio o primeiro exemplo para os seus contemporâneos.

O caminho para Deus exige preparação. Uma preparação nutrida por uma autêntica conversão. Trata-se de uma profunda transformação do coração e da vida. Nada de superficialidade. João Batista desafia à coerência entre a palavra e a ação, entre o desejo e a prática: «Praticai ações que se conformem ao arrependimento que manifestais».

Silêncio aberto à paz

O Advento diz-nos que a vida pode renascer repleta de paz. O protagonista é Deus. A esperança tem de ser posta em Deus, não em nós. Por isso, o Advento convida a uma atitude que torne possível a obra salvadora de Deus. Antes de mais, deixar Deus agir em nós, como Maria. Em contemplação silenciosa e orante da nossa vida veremos (mais) claramente o que precisa de conversão para alcançarmos a paz, primeiro dentro de nós, depois fora de nós, à nossa volta. «João Baptista continua a falar através dos séculos, a cada geração. […]. A ‘voz’ do grande profeta pede que preparemos o caminho ao Senhor que vem, nos desertos de hoje, desertos exteriores e interiores, sequiosos da água viva que é Cristo. Guie-nos a Virgem Maria a uma verdadeira conversão do coração, para que possamos fazer as opções necessárias para sintonizar as nossas mentalidades com o Evangelho» (Bento XVI, Angelus, 9 de dezembro de 2007).

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1adventoa16_site
Advento, Liturgia,

Virá o Filho do homem

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Primeiro Domingo de Advento | Ano A

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27. Novembro. 2016

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O fragmento do evangelho proposto para o Primeiro Domingo de Advento dá o tom, não só ao tempo litúrgico, mas também a toda a nossa vida cristã. Estar preparado significa estar aí, todo inteiro, estar presente e vigilante. Esta vigilância interior é um grande dom: abre ao silêncio ativo, à espera contemplativa, sem inquietação ou intranquilidade. Estar presente à vida e ao que nela acontece é a melhor maneira de preparar a vinda do «Filho do homem». Em 2016, o Primeiro Domingo de Advento (Ano A) celebra-se no dia 27 de novembro.

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1AdventoA2016

 

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Entre nós, os dias diminuem, a luz é menos intensa, o frio aumenta, e, com tudo isto, até se ressente o nosso ânimo. Ora, a palavra de Deus provoca um autêntico sobressalto nesta melancolia! Início do ano litúrgico (Ano A), Primeiro Domingo de Advento, «caminhemos» (primeira leitura), «vamos com alegria» (salmo), «chegou a hora de nos levantarmos do sono» (segunda leitura), «vigiai» (evangelho)! O profeta Isaías toma-nos pela mão, para nos acompanhar nas quatro etapas em direção ao Natal. Hoje, quer reavivar a nossa esperança: a promessa vai realizar-se, a paz há de chegar a Jerusalém. É preciso, por isso, estar preparado para o dia da salvação, diz Paulo. E Jesus Cristo, o próprio, convida-nos a vigiar, a desejar a sua vinda ao nosso coração, à nossa vida.

«Virá o Filho do homem»

O fragmento do evangelho proposto para o Primeiro Domingo de Advento dá o tom, não só ao tempo litúrgico, mas também a toda a nossa vida cristã. Pode ser dividido em duas partes. A primeira procura uma imagem que dê a entender como será o regresso glorioso de Jesus Cristo, no final dos tempos. A segunda é uma exortação à vigilância, com destaque para a surpresa do acontecimento que nos pode apanhar desprevenidos. Porquê a alusão aos «dias de Noé»? Talvez para dizer que os seus contemporâneos tiveram muito tempo (a arca demorou 120 anos a ser concluída!) para perceber os «sinais dos tempos». Contudo, mergulhados na procura dos prazeres imediatos, não «viram» o que estava a acontecer, nem mudaram a maneira de viver. E hoje, como seria?

A expressão «virá o Filho do homem» é utilizada por Jesus para falar de si e em relação ao momento da sua vinda. Insiste, para dizer que não há previsão ou estatística que possa antecipar essa «hora». E não remete para a passividade, nem apenas para o futuro. Mas para a atividade e o presente. Jesus propõe que cada um assuma a sua existência. Estar preparado é, portanto, a única atitude. Estar preparado significa estar aí, todo inteiro, estar presente e vigilante. Esta vigilância interior é um grande dom: abre ao silêncio ativo, à espera contemplativa, sem inquietação ou intranquilidade. Estar presente à vida e ao que nela acontece é a melhor maneira de preparar a vinda do «Filho do homem».

Silêncio vigilante

O Advento, que evoca o passado (veio) e abre ao futuro (virá), é ocasião para habitar o presente (vem), viver com plena consciência o quotidiano. É tempo litúrgico, mas tem de ser também uma maneira de estar na vida. É oportunidade para crescer na esperança e acolher Deus, em silêncio vigilante. «O modelo desta atitude espiritual, deste modo de ser e de caminhar na vida, é a Virgem Maria. Uma simples jovem de aldeia, que tem no coração toda a esperança de Deus! No seu seio, a esperança de Deus assumiu a carne, fez-se homem, fez-se história: Jesus Cristo. […] Deixemo-nos guiar por ela, que é mãe, é mãe e sabe guiar-nos. Deixemo-nos orientar por Ela neste tempo de espera e de vigilância laboriosa» (Francisco, Angelus, 1 de dezembro de 2013).

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Advento, , Maria,

Advento 2016: Silêncio

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Ano A

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27. Novembro. 2016

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No ano pastoral 2016+17 vamos aprofundar a temática da fé contemplada, tendo Maria de Nazaré como modelo prioritário de fé e de contemplação. Para isso, começamos com uma característica essencial da fé contemplada: o silêncio. O Advento surge como oportunidade para encontrar «um tempo diferente», um tempo preenchido pelo silêncio. Em 2016, o tempo de Advento tem início no dia 27 de novembro (e prolonga-se até à manhã do dia 24 de dezembro).

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AdventoA16_PDF

 

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A predominância digital que caracteriza o nosso tempo carece de silêncio e, por conseguinte, de contemplação. As imagens digitais, diz o filósofo Byung-Chul Han, não são compatíveis com o silêncio. Num ensaio intitulado «Fecha os olhos, por favor», o filósofo sugere a necessidade de procurar um tempo diferente, um tempo caracterizado pelo silêncio. Sim, porque as imagens sem silêncio «não falam nem narram, apenas fazem ruído». Ora, isto afasta a possibilidade de contemplação, pois as atuais imagens digitais estão construídas de tal maneira que não é possível fechar os olhos. «Entre elas e o olho produz-se um contacto imediato, que não admite qualquer distância contemplativa». O Advento surge como oportunidade para encontrar «um tempo diferente», um tempo preenchido pelo silêncio.

Mãe do silêncio

Maria é nossa companheira de viagem, não só neste Advento, mas em todo o ano pastoral (2016+17). Associados ao Centenário das Aparições em Fátima (2017), queremos viver um “Ano Mariano”. Este ano consagrado a Maria inspira-se na sugestão de São João Paulo II, aquando da preparação do bimilenário do nascimento de Maria tendo em vista o Jubileu do nascimento do seu Filho, no ano dois mil: «Torna-se perfeitamente compreensível que neste período desejemos voltar-nos de modo especial para Aquela que, na ‘noite’ da expectativa do Advento, começou a resplandecer como uma verdadeira ‘estrela da manhã’» (Carta Encíclica sobre a Bem-aventurada Virgem Maria na vida da Igreja que está a caminho – «Redemptoris Mater» [A Mãe do Redentor], 3). Todavia, esta tonalidade mariana não nos afasta do plano orientado pela «redescoberta da identidade cristã e do dom da fé». Assim, neste ano pastoral vamos aprofundar a temática da fé contemplada, tendo Maria de Nazaré como modelo prioritário de fé e de contemplação. Para isso, começamos com uma característica essencial da fé contemplada: o silêncio. Esta é uma atitude que envolve toda a vida de Maria. Ela é «mãe do silêncio» como exprime Chiara Casucci num poema musicado por Mite Balduzzi. Bem sabemos que há vários tipos de silêncio. Então, ao silêncio vazio de sentido, que às vezes parece dominar a vida das pessoas e da sociedade, contrapomos o silêncio luminoso, aquele «que corresponde ao mistério da vida, ao significado transcendente do destino, não apenas de Maria, mas do seu divino Filho, ao destino de todas as pessoas. É o silêncio em que se envolve o mistério de Deus; e só a partir dele é que Deus pode falar, e fala; e convida a entrar nele. Também o silêncio, tal como as palavras, reclama escuta» (Giovanni Lajolo, «Maria – Silêncio e Palavras», ed. AO). É, pois, este silêncio que desafia a fechar os olhos e remete para a contemplação, para a fé contemplada. Em Maria, como queremos que aconteça em cada um de nós, este silêncio envolve toda a vida, é silêncio repleto da presença de Deus. O silêncio contemplativo permite-nos encontrar a paz e a novidade que nos faz ver, com olhos novos, a maravilhosa obra de Deus no mundo. Um silêncio que brota da interioridade e para ela encaminha como «lugar» primeiro do encontro com o próprio ser e com Deus («interioridade» é a proposta que vai preencher o tempo de Natal).

Laboratório da fé contemplada

A fé contemplada pede para abrir o coração e a vida à fecundidade do Espírito Santo. «O Espírito Santo virá sobre ti» (Lucas 1, 35) — são palavras que hoje expressam a ação divina no ser humano. Só assim é possível penetrar o mistério profundo e silencioso de Deus na vida de cada pessoa, crente ou não crente. Mesmo sem compreender tudo o que acontece na vida e à nossa volta, encontraremos oportunidades para os silêncios contemplativos, com e como Maria. «São silêncios em que ela conserva e envolve episódios vividos e palavras escutadas no seu pensamento atento, amoroso, inclinado para a procura do significado. É um pensar com o coração: logo, no silêncio profundo do seu ser, onde factos e palavras proferidas são objeto de espontânea reflexão e ressoam de novo, ou são voluntariamente trazidos de volta à mente e explorados no concreto do que foi vivido, com a sua carga de angústia, de ansiedade ou ainda de alegria — juntamente com os seus significados ideais. São silêncios nos quais Maria busca a luz interior para o quotidiano do amanhã e dos anos que se seguirão. São silêncios penetrantes» (Giovanni Lajolo).

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