7 dicas para catequistas

A Carta Pastoral da Conferência Episcopal Portuguesa «Catequese: A alegria do encontro com Jesus Cristo» cita o Papa Francisco para propor uma mudança na forma de fazer catequese: «Ao catequista e a toda a comunidade é pedido para passar do modelo escolar ao catecumenal».

1.

 Passar de uma catequese organizada segundo o ano escolar, o calendário e os horários a uma catequese segundo o ritmo do ano litúrgico, dominical.

2.

Passar de uma catequese que ensina (aprender) com um livro (“catecismo”), em que o catequista é um professor/mestre, a uma catequese que acompanha (iniciar na fé) com base no “jogo”, em que o catequista é guia/testemunha.

3.

Passar de uma catequese expositiva (“dar catequese”) e doutrinal (“fórmulas”) a uma catequese narrativa (“fazer catequese”; “cabeça, coração, mãos”) e mistagógica (“símbolos”).

4.

Passar de uma catequese que usa uma linguagem plural e genérica dirigida a todos a uma catequese que usa uma linguagem pessoal e concreta dirigida a cada um (“querigma” ou “primeiro anúncio”): «Jesus Cristo ama-te, deu a sua vida para te salvar, e agora vive contigo todos os dias para te iluminar, fortalecer, libertar».

5.

Passar de uma catequese temática, apoiada na racionalidade, que tem respostas para tudo, a uma catequese bíblica, apoiada na busca da interioridade (meditação, poesia, música, pintura…), que acolhe e se deixa interpelar pelas perguntas.

6.

Passar de uma catequese feita numa sala (“aula”) para alguns grupos etários (crianças e adolescentes) a uma catequese feita em comunidade (“igreja”), intergeracional e familiar, e envolvida por toda a comunidade.

7.

Passar de uma catequese obrigatória (por inscrição) a uma catequese opcional (permanente).

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