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Natal 2016: Interioridade

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Ano Pastoral 2016+17

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25. Dezembro. 2016

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O evangelista Lucas, por duas vezes, refere que Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração (capítulo 2, versículos 19 e 51). Conservar e meditar são dois verbos, duas atitudes essenciais na valorização da interioridade. Digamos que são complementares, na medida em que exprimem duas dimensões próprias da capacidade humana em recordar, fazer memória. Ainda que não se possa estabelecer uma divisão clara entre uma atitude e outra, é razoável associar o verbo conservar à memória “cerebral” (do cérebro) e o verbo meditar à memória “cordial” (do coração). O tempo de Natal decorre entre 25 de dezembro de 2016 e 8 de janeiro de 2017.

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Natal 2016 PDF

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A oportunidade de “um tempo diferente” mantém a pertinência na dinâmica litúrgica e pastoral que teve início no Advento e desemboca no Natal. O tempo caracterizado pelo silêncio, sugerido pelo filósofo Byung-Chul Han no ensaio intitulado Fecha os olhos, por favor, abre-nos ao sentido da vida, sentido esse que leva a mergulhar cada vez mais na profundidade do ser, na interioridade. Sim, a beleza e a grandeza do silêncio conduz à interioridade, temática proposta para o tempo de Natal (período que decorre entre os dias 25 de dezembro e 8 de janeiro). A partir do interior do ser, pelo silêncio, pode-se assimilar os acontecimentos, chegar à contemplação, encontrar um “tempo bom”, isto é, um tempo com ritmo, pois quando se perde o ritmo, “desaparece também todo o tempo justo ou bom”.

Mãe do recordar

Maria é uma mulher de interioridade: “interiorizada pela Palavra de Deus, que fez dela sua Mãe, e interiorizadora da Palavra de Deus, transformando-a no seu Filho” (Domingo Montero, Queremos ver Jesus!, Difusora Bíblica). A sua presença exprime-se de uma forma discreta mas oportuna, sem protagonismos. “Viveu na normalidade da fé, e viveu a fé com normalidade”. Deixou-se tocar pelo espanto da vida. O evangelista Lucas, por duas vezes, refere que Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração (capítulo 2, versículos 19 e 51). Conservar e meditar são dois verbos, duas atitudes essenciais na valorização da interioridade. Digamos que são complementares, na medida em que exprimem duas dimensões próprias da capacidade humana em recordar, fazer memória. Ainda que não se possa estabelecer uma divisão clara entre uma atitude e outra, é razoável associar o verbo conservar à memória “cerebral” (do cérebro) e o verbo meditar à memória “cordial” (do coração). A primeira, relacionada com o “arquivo de dados” na inteligência, corre sempre o risco do esquecimento. Até mesmo as tecnologias que se vangloriam da capacidade em armazenar dados estão sempre sujeitas à perda desses dados, quer seja por uma falha de funcionamento, quer pela erosão do tempo, quer pelos ataques deletérios perpetrados com a intenção de os fazer desaparecer. Nem o mais sofisticado backup se apresenta totalmente seguro. Ao contrário, a memória “cordial”, relacionada com o calor das vivências guardadas no coração, permanece para sempre, pois o “coração” jamais esquece as palavras e os acontecimentos que nele são conservados e meditados. “Maria ensina a interiorizar a vida, a depositá-la nesse espaço seguro, à prova de amnésias, que é o coração”. Maria é, pois, Mãe do recordar como evoca Chiara Casucci num poema musicado por Mite Balduzzi.  “Enquanto a memória cerebral se alimenta apenas de experiências, a memória cordial alimenta a esperança. E cultivar esta memória do coração não é uma ingenuidade: é a maior audácia. Só os fortes são capazes disso. A memória do coração sabe fazer da vida, com as suas luzes e as suas sombras, alegrias e sofrimentos, um ‘magnificat’ de gratidão, louvor e alegria, como soube Maria” (Domingo Montero). A vivência da interioridade, com e como Maria, impele-nos a fazer nosso o seu louvor pelas maravilhas de Deus operadas na sua vida e na nossa (a atitude do “louvor” vai dinamizar o Tempo Comum).

Laboratório da Fé contemplada

Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração (Lucas 2, 19). Ela conhecia parte da verdade. Há de tornar-se guardiã e mediadora do mistério daquele Menino, no qual se encontram e se reconciliam o divino e o humano. Por enquanto, a realidade é demasiado ampla para ser compreendida de um só fôlego; é preciso ir meditando-a no coração. Que belo testemunho de fé contemplada! Neste contexto, o entrelaçar destas duas atitudes (conservar e meditar) exprime-se na capacidade em rezar, isto é, ler a vida a partir de Deus: contemplar. A vida torna-se lugar da presença do divino, fica “grávida” de Deus para o “dar à luz” no quotidiano. É claro que a presença de Deus não depende de nós, até porque “Ele está no meio de nós”. E quando dizemos que Deus está no meio de nós não o afirmamos em termos geográficos, mas que está em nós, habita-nos: é Deus connosco. O desafio humano consiste em perceber e acolher essa presença, como Maria. Na verdade, a interioridade própria de uma fé contemplada não me pede um mero exercício de introspeção, mas o reconhecimento da presença de Deus em mim, no meu ser.

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Segunda semana de Advento

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Advento 2016: Silêncio

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4. Dezembro. 2016

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Sugestão com 5 tópicos (fé) para a segunda semana de Advento (4 a 10 de dezembro): fé professada, fé celebrada, fé vivida, fé anunciada, fé contemplada.

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Fé professada

O Advento convida a reavivar a esperança, num mundo em que parece estar cada vez mais ausente. As esperanças do mundo são fugazes, têm pouca durabilidade. O Advento lembra aos cristãos a importância de proclamar a esperança num futuro repleto de felicidade e de paz. Mas atenção: a esperança tem de ser posta em Deus, não em nós!

Fé celebrada

«O Verbo divino, que num dado momento Se fez carne na Palestina, vem também para cada geração de crentes cristãos. João precedeu a vinda de Jesus na história e também precede a sua vinda entre nós. Na Comunhão dos Santos, João está presente nas nossas assembleias nestes dias, anuncia-nos Aquele que está para vir e exorta-nos, portanto, ao arrependimento. Por isso, todos os dias, nas Laudes matutinas, a Igreja reza o cântico que Zacarias, pai de João, entoou no seu nascimento: ‘E tu, menino, irás à sua frente a preparar os seus caminhos, para dar a conhecer ao seu povo a salvação pela remissão dos seus pecados’ (Lucas 1, 76-77)» (Diretório homilético, 89).

Fé vivida

João Batista reclama, com todas as suas forças, que todos ponham o máximo de esforço, sem subterfúgios, em tornar possível a salvação: «Arrependei-vos, porque está perto o reino dos Céus. […] Praticai ações que se conformem ao arrependimento que manifestais». As ações que pratico manifestam arrependimento?

Fé anunciada

Ao anúncio de João Batista, o mesmo que será proclamado por Jesus Cristo, segue-se um conjunto de afirmações que, numa leitura rápida, podem soar a medo ou qualquer coisa negativa. Não é o Evangelho uma boa notícia? Sim, pois o centro não está na ameaça do «fogo que não se apaga», mas na importância do arrependimento (conversão), na capacidade em dar bons frutos.

Fé contemplada

Em tempo de Advento com tonalidade mariana, o facto de nesta semana celebrarmos a Imaculada Conceição (8 de dezembro) pode-se dedicar maior atenção às primeiras palavras da Avé Maria, palavras que são retiradas da saudação do Anjo: «Avé Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco». Em silêncio aberto à paz, deixo-me conduzir pela contemplação da descida do Espírito não só sobre Maria, mas também sobre mim, hoje, como no dia do meu batismo.

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Advento, ,

Primeira Semana de Advento

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Advento 2016: Silêncio

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27. Novembro. 2016

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Sugestão com 5 tópicos (fé) para a primeira semana de Advento (27 de novembro a 3 de dezembro): fé professada, fé celebrada, fé vivida, fé anunciada, fé contemplada.

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Fé professada

O Advento evoca o passado (Jesus veio: «encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria,  e se fez homem»), aponta para o futuro (Jesus virá: «de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos»), mas também confirma o presente (Jesus vem: «Ele está no meio de nós»). Ficar apenas numa das «vindas» é empobrecer a dinâmica deste tempo.

Fé celebrada

O Advento celebra a tríplice vinda do Senhor Jesus: «prepara-nos para a sua vinda na graça da festa do Natal e para o seu regresso para o julgamento no fim dos tempos. […] Há, depois, uma outra vinda: escutamos estas leituras na assembleia eucarística, onde Cristo está verdadeiramente presente. No início do Tempo do Advento, a Igreja recorda-nos o ensinamento de São Bernardo: entre as duas vindas visíveis de Cristo, na história e no fim dos tempos, há uma vinda invisível aqui e agora» (Diretório homilético, 79).  Não se pode limitar à celebração do nascimento histórico de Jesus Cristo.

Fé vivida

O Advento começa com um apelo a intensificar a prática das obras de misericórdia. «Pela prática das boas obras, para ir ao encontro de Cristo» — diz a oração coleta da eucaristia do Primeiro Domingo de Advento («coleta», porque, rezada pelo presidente em nome de toda a assembleia, colige e exprime a oração de todos). As «boas obras» (obras de misericórdia) contribuem para tornar visível a presença («vinda») de Jesus Cristo, hoje.

Fé anunciada

O Advento anuncia uma espera vigilante. Estar vigilante não é viver assustados, cheios de medo face a uma provável desgraça. Estar vigilante é estar disponível para acolher a graça. Jesus traz (sempre) uma boa notícia («evangelho»). Jesus veio, vem e virá para nos oferecer um grande dom: a salvação.

Fé contemplada

O Advento abre à contemplação: uma espera silente e ativa. Não de uma forma mecânica, automática. Para que tal aconteça é preciso estar preparado: colocar um ícone de Maria no móvel de entrada; alterar a imagem do ecrã do computador; abrir as persianas para deixar entrar a luz; colocar uma estrela ou uma vela no local de trabalho,  ouvir uma música calma; ler um bom livro que convide à contemplação…

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Advento, , Maria,

Advento 2016: Silêncio

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Ano A

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27. Novembro. 2016

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No ano pastoral 2016+17 vamos aprofundar a temática da fé contemplada, tendo Maria de Nazaré como modelo prioritário de fé e de contemplação. Para isso, começamos com uma característica essencial da fé contemplada: o silêncio. O Advento surge como oportunidade para encontrar «um tempo diferente», um tempo preenchido pelo silêncio. Em 2016, o tempo de Advento tem início no dia 27 de novembro (e prolonga-se até à manhã do dia 24 de dezembro).

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AdventoA16_PDF

 

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A predominância digital que caracteriza o nosso tempo carece de silêncio e, por conseguinte, de contemplação. As imagens digitais, diz o filósofo Byung-Chul Han, não são compatíveis com o silêncio. Num ensaio intitulado «Fecha os olhos, por favor», o filósofo sugere a necessidade de procurar um tempo diferente, um tempo caracterizado pelo silêncio. Sim, porque as imagens sem silêncio «não falam nem narram, apenas fazem ruído». Ora, isto afasta a possibilidade de contemplação, pois as atuais imagens digitais estão construídas de tal maneira que não é possível fechar os olhos. «Entre elas e o olho produz-se um contacto imediato, que não admite qualquer distância contemplativa». O Advento surge como oportunidade para encontrar «um tempo diferente», um tempo preenchido pelo silêncio.

Mãe do silêncio

Maria é nossa companheira de viagem, não só neste Advento, mas em todo o ano pastoral (2016+17). Associados ao Centenário das Aparições em Fátima (2017), queremos viver um “Ano Mariano”. Este ano consagrado a Maria inspira-se na sugestão de São João Paulo II, aquando da preparação do bimilenário do nascimento de Maria tendo em vista o Jubileu do nascimento do seu Filho, no ano dois mil: «Torna-se perfeitamente compreensível que neste período desejemos voltar-nos de modo especial para Aquela que, na ‘noite’ da expectativa do Advento, começou a resplandecer como uma verdadeira ‘estrela da manhã’» (Carta Encíclica sobre a Bem-aventurada Virgem Maria na vida da Igreja que está a caminho – «Redemptoris Mater» [A Mãe do Redentor], 3). Todavia, esta tonalidade mariana não nos afasta do plano orientado pela «redescoberta da identidade cristã e do dom da fé». Assim, neste ano pastoral vamos aprofundar a temática da fé contemplada, tendo Maria de Nazaré como modelo prioritário de fé e de contemplação. Para isso, começamos com uma característica essencial da fé contemplada: o silêncio. Esta é uma atitude que envolve toda a vida de Maria. Ela é «mãe do silêncio» como exprime Chiara Casucci num poema musicado por Mite Balduzzi. Bem sabemos que há vários tipos de silêncio. Então, ao silêncio vazio de sentido, que às vezes parece dominar a vida das pessoas e da sociedade, contrapomos o silêncio luminoso, aquele «que corresponde ao mistério da vida, ao significado transcendente do destino, não apenas de Maria, mas do seu divino Filho, ao destino de todas as pessoas. É o silêncio em que se envolve o mistério de Deus; e só a partir dele é que Deus pode falar, e fala; e convida a entrar nele. Também o silêncio, tal como as palavras, reclama escuta» (Giovanni Lajolo, «Maria – Silêncio e Palavras», ed. AO). É, pois, este silêncio que desafia a fechar os olhos e remete para a contemplação, para a fé contemplada. Em Maria, como queremos que aconteça em cada um de nós, este silêncio envolve toda a vida, é silêncio repleto da presença de Deus. O silêncio contemplativo permite-nos encontrar a paz e a novidade que nos faz ver, com olhos novos, a maravilhosa obra de Deus no mundo. Um silêncio que brota da interioridade e para ela encaminha como «lugar» primeiro do encontro com o próprio ser e com Deus («interioridade» é a proposta que vai preencher o tempo de Natal).

Laboratório da fé contemplada

A fé contemplada pede para abrir o coração e a vida à fecundidade do Espírito Santo. «O Espírito Santo virá sobre ti» (Lucas 1, 35) — são palavras que hoje expressam a ação divina no ser humano. Só assim é possível penetrar o mistério profundo e silencioso de Deus na vida de cada pessoa, crente ou não crente. Mesmo sem compreender tudo o que acontece na vida e à nossa volta, encontraremos oportunidades para os silêncios contemplativos, com e como Maria. «São silêncios em que ela conserva e envolve episódios vividos e palavras escutadas no seu pensamento atento, amoroso, inclinado para a procura do significado. É um pensar com o coração: logo, no silêncio profundo do seu ser, onde factos e palavras proferidas são objeto de espontânea reflexão e ressoam de novo, ou são voluntariamente trazidos de volta à mente e explorados no concreto do que foi vivido, com a sua carga de angústia, de ansiedade ou ainda de alegria — juntamente com os seus significados ideais. São silêncios nos quais Maria busca a luz interior para o quotidiano do amanhã e dos anos que se seguirão. São silêncios penetrantes» (Giovanni Lajolo).

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Fé anunciada, Paróquias missionárias,

Limitações humanas

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Anunciar a alegria da fé

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«O compromisso evangelizador se move por entre as limitações da linguagem e das circunstâncias» (Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual [EG], 45). Esta constatação da existência de limitações humanas é fundamental na «transformação missionária da Igreja».

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31. Limitações humanas

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«O compromisso evangelizador se move por entre as limitações da linguagem e das circunstâncias» (Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual [EG], 45). Esta constatação da existência de limitações humanas é fundamental na «transformação missionária da Igreja». A paróquia com um «coração missionário […] nunca se fecha, nunca se refugia nas próprias seguranças, nunca opta pela rigidez autodefensiva». A paróquia missionária situa-se num processo de contínuo crescimento «na compreensão do Evangelho e no discernimento das sendas do Espírito, e assim não renuncia ao bem possível, ainda que corra o risco de sujar-se com a lama da estrada». O seu objetivo é «comunicar cada vez melhor a verdade do Evangelho num contexto determinado, sem renunciar à verdade, ao bem e à luz que pode dar quando a perfeição não é possível» (EG 45).

Unidade e pluralidade

A paróquia missionária sabe que ainda não chegou à meta na «compreensão da verdade». Com humildade, promove processos de crescimento, na convicção de que a unidade e a pluralidade não são duas dimensões opostas. Aliás, a «variedade ajuda a manifestar e desenvolver melhor os diversos aspetos da riqueza inesgotável do Evangelho». Por isso, a pluralidade de pensamento dentro da paróquia não pode ser tida como uma «dispersão imperfeita», pois pretende «uma doutrina monolítica defendida sem nuances por todos» (EG 40). Até porque «uma linguagem totalmente ortodoxa» nem sempre «corresponde ao verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo». O que está em causa é «tentar exprimir as verdades de sempre numa linguagem que permita reconhecer a sua permanente novidade» (EG 41), ajudar a perceber a «beleza» do Evangelho e «fazê-la acolher por todos» (EG 42).

Misericórdia e paciência

A paróquia missionária reconhece que não é possível «tornar os ensinamentos da Igreja uma realidade facilmente compreensível e felizmente apreciada por todos». Nesse sentido, sabe que a fé possui sempre uma «certa obscuridade», mas isso «não tira firmeza à sua adesão». Mais do que estar obcecada com a «clareza com que se possam compreender as razões e os argumentos», a paróquia missionária tem presente que «cada ensinamento da doutrina deve situar-se na atitude evangelizadora que desperte a adesão do coração com a proximidade, o amor e o testemunho» (EG 42). Por isso, assume a necessidade de tudo avaliar à luz deste princípio. Deste modo, tem claro que não pode ter medo de rever os «costumes» que «podem até ser belos, mas agora não prestam o mesmo serviço à transmissão do Evangelho, bem como as «normas ou preceitos eclesiais que podem ter sido muito eficazes noutras épocas, mas já não têm a mesma força educativa como canais de vida». A este propósito, o papa Francisco recorda a «atualidade tremenda» das palavras de São Tomás de Aquino: «os preceitos dados por Cristo e pelos Apóstolos ao povo de Deus ‘são pouquíssimos’. E, citando Santo Agostinho, observava que os preceitos adicionados posteriormente pela Igreja se devem exigir com moderação, ‘para não tornar pesada a vida aos fiéis’ nem transformar a nossa religião numa escravidão, quando ‘a misericórdia de Deus quis que fosse livre’» (EG 43). A atitude essencial, «sem diminuir o valor do ideal evangélico», consiste em «acompanhar, com misericórdia e paciência, as possíveis etapas de crescimento das pessoas, que se vão construindo dia após dia». Assim se evidencia de novo (cf. tema 30) a força evangelizadora da misericórdia: «Um pequeno passo, no meio de grandes limitações humanas, pode ser mais agradável a Deus do que a vida externamente correta de quem transcorre os seus dias sem enfrentar sérias dificuldades. A todos deve chegar a consolação e o estímulo do amor salvífico de Deus, que opera misteriosamente em cada pessoa, para além dos seus defeitos e das suas quedas» (EG 44). Na primeira homilia proferida na basílica de São João de Latrão (a Sé da diocese de Roma), Francisco referiu-se à misericórdia e paciência como características de Deus: «A misericórdia de Deus: como é bela esta realidade da fé para a nossa vida! […] Um grande teólogo alemão Romano Guardini dizia que Deus responde à nossa fraqueza com a sua paciência e isto é o motivo da nossa confiança, da nossa esperança» (bit.ly/7abril2013).

O que significa ter um «coração missionário»? A minha paróquia potencia a unidade na pluralidade ou a uniformidade monolítica? Que importância dou aos costumes e aos preceitos eclesiais? Reconheço a força evangelizadora da misericórdia?

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30.Anunciar
Fé anunciada, Paróquias missionárias,

A partir do coração do evangelho

no comment

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Anunciar a alegria da fé

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Qual é o coração do Evangelho? Sinto a misericórdia de Deus? Na prática diária, a minha paróquia irradia a beleza do amor de Deus? A misericórdia é o motor da vida paroquial? Como estou a viver o Ano Santo da Misericórdia?

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30. A partir do coração do Evangelho

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A «pastoral em chave missionária» (cf. tema 29) também se aplica à «maneira de comunicar a mensagem» (Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual [EG], 34). Por conseguinte, a paróquia missionária acolhe com alegria o convite do papa Francisco a um regresso simples e sincero à mensagem de Jesus Cristo, à frescura original do Evangelho. Ela aprende a «exprimir mais diretamente o coração do Evangelho», ou seja, «a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado» (EG 36). Esta «beleza do amor» revela-se de forma primordial na misericórdia, «a maior de todas as virtudes» (EG 37), como lhe chama São Tomás de Aquino. Neste sentido, «é importante tirar as consequências pastorais» (EG 38) relativas à prática da misericórdia, para não correr o risco de «mutilar a integridade da mensagem do Evangelho» (EG 39).

Anunciar o essencial

A paróquia missionária preocupa-se em valorizar o «núcleo essencial do Evangelho», pois é este «que lhe confere sentido, beleza e fascínio». Por isso, está atenta para não deixar que a mensagem seja reduzida «a alguns dos seus aspetos secundários». Aqui, «o problema maior ocorre quando a mensagem que anunciamos parece então identificada com tais aspetos secundários, que, apesar de serem relevantes, por si sozinhos não manifestam o coração da mensagem de Jesus Cristo» (EG 34). Todavia, o anúncio do essencial não consiste em «insistir» ou «impor» uma «imensidade de doutrinas». A paróquia missionária «concentra-se no essencial, no que é mais belo, mais importante, mais atraente e, ao mesmo tempo, mais necessário». Este «estilo missionário» simplifica a mensagem e em nada perde «profundidade e verdade», antes «se torna mais convincente e radiosa» (EG 35). Ora, «o Evangelho convida, antes de tudo, a responder a Deus que nos ama e salva, reconhecendo-O nos outros e saindo de nós mesmos para procurar o bem de todos. […] Se tal convite não refulge com vigor e fascínio, o edifício moral da Igreja corre o risco de se tornar um castelo de cartas, sendo este o nosso pior perigo; é que, então, não estaremos propriamente a anunciar o Evangelho, mas algumas acentuações doutrinais ou morais, que derivam de certas opções ideológicas. A mensagem correrá o risco de perder o seu frescor e já não ter ‘o perfume do Evangelho’» (EG 39).

Ano Santo da Misericórdia

A misericórdia ocupa um lugar especial na vida do papa Francisco. O seu lema episcopal é disso uma prova clara: «olhou-o com misericórdia e escolheu-o» (em latim, «miserando atque eligendo»). Esta frase é retirada de uma homilia de São Beda, o Venerável, para comentar o episódio evangélico do chamamento de Mateus. Na primeira alocução do «Angelus», a 17 de março de 2013, afirmou: «Irmãos e irmãs, o rosto de Deus é o de um pai misericordioso, que sempre tem paciência. Já pensastes na paciência de Deus, na paciência que Ele tem com cada um de nós? É a sua misericórdia. Sempre tem paciência, tanta paciência connosco: compreende-nos, está à nossa espera; não se cansa de nos perdoar, se soubermos voltar para Ele com o coração contrito. ‘Grande é a misericórdia do Senhor’, diz o Salmo.[…] A melhor sensação que podemos ter é sentir misericórdia: esta palavra muda tudo, muda o mundo. Um pouco de misericórdia torna o mundo menos frio e mais justo. Precisamos de compreender bem esta misericórdia de Deus, este Pai misericordioso que tem tanta paciência» (bit.ly/Angelus17032013). Depois, no dia em que completava dois anos de pontificado (13 de março de 2015) declarou: «Queridos irmãos e irmãs, pensei muitas vezes no modo como a Igreja pode tornar mais evidente a sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que começa com uma conversão espiritual; e devemos percorrer este caminho. Por isso decidi proclamar um Jubileu extraordinário que tenha no seu centro a misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia. Queremos vivê-lo à luz da palavra do Senhor: «Sede misericordiosos como o Pai» (cf. Lucas 6, 36). […] Este Ano Santo terá início na próxima solenidade da Imaculada Conceição [8 de dezembro de 2015] e concluir-se-á a 20 de novembro de 2016, Domingo de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo e rosto vivo da misericórdia do Pai» (bit.ly/Francisco13032015). Na «Alegria do Evangelho», a palavra «misericórdia» aparece 30 vezes.

Qual é o coração do Evangelho? Sinto a misericórdia de Deus? Na prática diária, a minha paróquia irradia a beleza do amor de Deus? A misericórdia é o motor da vida paroquial? Como estou a viver o Ano Santo da Misericórdia?

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El ve El Hareketleri
Fé anunciada, Paróquias missionárias,

Pastoral em chave missionária

no comment

[et_pb_section admin_label=”section”][et_pb_row admin_label=”row” make_fullwidth=”off” use_custom_width=”off” width_unit=”on” use_custom_gutter=”off” gutter_width=”3″ padding_mobile=”off” allow_player_pause=”off” parallax=”off” parallax_method=”off” make_equal=”off” parallax_1=”off” parallax_method_1=”off” column_padding_mobile=”on”][et_pb_column type=”4_4″][et_pb_text admin_label=”Anunciar a alegria da fé” background_layout=”light” text_orientation=”left” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid” custom_margin=”-20px||-2px|” text_font=”|||on|”]

Anunciar a alegria da fé

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O que é uma «pastoral em chave missionária»? Que amplitude de olhar tem a minha paróquia? Aberta ou fechada à dinâmica missionária? Em comunhão afetiva e efetiva com o Bispo e a Igreja?

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29. Pastoral em chave missionária

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A paróquia missionária assume-se como «Igreja em saída» (cf. tema 28). Por isso, coloca a si mesma a questão: Uma «Igreja em saída» com que «cara» se apresenta? Qual é o rosto da nossa Igreja? O papa Francisco é claro na resposta: sair para enamorar, sair para atrair, sair para dar vida, sair para partilhar alegria, sair para renovar a esperança, sair para impulsionar as utopias, sair para estabelecer pontes, sair para curar as feridas, sair para derramar misericórdia… Não se trata de uma «saída» para fazer proselitismo, para ameaçar com proibições e castigos. Dispensam-se os evangelizadores que se apresentam com «cara de funeral» (Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual [EG], 10), evangelizadores de «Quaresma sem Páscoa» (EG 6). O que se pretende é uma «conversão pastoral e missionária, que não pode deixar as coisas como estão» (EG 25).

Pastoral em conversão

A paróquia missionária assume a Exortação Apostólica («A Alegria do Evangelho») como documento programático (cf. tema 2) que lança as bases de uma «pastoral em conversão», uma pastoral em «estado permanente de missão» (EG 25). Sem ignorar as (habituais) resistências à mudança, quer manter a dinâmica do II Concílio do Vaticano, que «apresentou a conversão eclesial como a abertura a uma reforma permanente de si mesma por fidelidade a Jesus Cristo: ‘Toda a renovação da Igreja consiste essencialmente numa maior fidelidade à própria vocação. […] A Igreja peregrina é chamada por Cristo a esta reforma perene. Como instituição humana e terrena, a Igreja necessita perpetuamente desta reforma’». Deste modo, relembra a «força interpeladora» das palavras de Paulo VI: «um desejo de comparar a imagem ideal da Igreja […]com o rosto real que a Igreja apresenta hoje» (EG 26).

Renovação eclesial inadiável

A paróquia missionária reconhece a urgência da «renovação eclesial» (cf. tema 12). Por isso, promove a reforma das suas estruturas, consciente de que «há estruturas eclesiais que podem chegar a condicionar um dinamismo evangelizador». Ao mesmo tempo, cuida que as novas estruturas tenham «uma vida que as anima, sustenta e avalia. Sem vida nova e espírito evangélico autêntico, sem ‘fidelidade da Igreja à própria vocação’, toda e qualquer nova estrutura se corrompe em pouco tempo» (EG 26). A paróquia missionária associa-se ao sonho missionário do papa Francisco: «Sonho com uma opção missionária capaz de transformar tudo, para que os costumes, os estilos, os horários, a linguagem» (EG 27). Neste caminho de «renovação eclesial», a paróquia missionária sabe que não pode viver à margem da diocese, «sujeito primário da evangelização», que «está, também ela, chamada à conversão missionária». A alegria de uma paróquia missionária é compreender-se como célula de uma diocese, «Igreja encarnada num espaço concreto», que quer «entrar decididamente num processo de discernimento, purificação e reforma». E caminha sempre na linha da «saída missionária» para chegar aos «lugares mais necessitados», às «periferias do seu território», aos «novos âmbitos socioculturais» (EG 30). A paróquia missionária insere-se na «comunhão dinâmica, aberta e missionária» fomentada pelo Bispo que assume a sua missão em todas as possibilidades: umas vezes, caminha à frente, «para indicar a estrada e sustentar a esperança do povo»; outras vezes, mantém-se «no meio de todos com a sua proximidade simples e misericordiosa; noutros momentos, caminha «atrás do povo, para ajudar aqueles que se atrasaram e sobretudo porque o próprio rebanho possui o olfato para encontrar novas estradas». A paróquia missionária tem o direito de ver este estilo presente no seu pastor, assim como o alento e «o amadurecimento dos organismos de participação […] e de outras formas de diálogo pastoral». O «objetivo destes processos participativos» é, sem dúvida, claro: «o sonho missionário de chegar a todos» (EG 31). O exemplo é assumido pelo próprio Papa que não se coloca se fora, bem pelo contrário: «Também o papado e as estruturas centrais da Igreja universal precisam de ouvir este apelo a uma conversão pastoral» (EG 32). A todos recorda que «a pastoral em chave missionária exige o abandono deste cómodo critério pastoral: ‘fez-se sempre assim’. Convido todos a serem ousados e criativos nesta tarefa de repensar os objetivos, as estruturas, o estilo e os métodos evangelizadores das respetivas comunidades» (EG 33).

O que é uma «pastoral em chave missionária»? Que amplitude de olhar tem a minha paróquia? Aberta ou fechada à dinâmica missionária? Em comunhão afetiva e efetiva com o Bispo e a Igreja?

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Group of business people embraced in a circle
Fé anunciada, Paróquias missionárias,

Uma Igreja em saída

no comment

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Anunciar a alegria da fé

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Francisco recorda com insistência, na Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual [EG], que a «saída» missionária é uma questão vital para a Igreja. Este tema procura mostrar que a dinâmica de «saída» é uma exigência que nasce da Palavra de Deus, uma exigência que se concretiza em cinco verbos missionários: «Primeirear», envolver-se, acompanhar, frutificar e festejar.

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28. Uma Igreja em saída

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Francisco recorda com insistência, na Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual [EG], que a «saída» missionária é uma questão vital para a Igreja: «Fiel ao modelo do Mestre, é vital que hoje a Igreja saia para anunciar o Evangelho a todos, em todos os lugares, em todas as ocasiões, sem demora, sem repugnâncias e sem medo» (EG 23). Este tema procura mostrar que a dinâmica de «saída» é uma exigência que nasce da Palavra de Deus, uma exigência que se concretiza em cinco verbos missionários: «Primeirear», envolver-se, acompanhar, frutificar e festejar. O Papa refere também a «alegria missionária» já desenvolvida no início da EG (cf. temas 3, 4 e 5): «Esta alegria é um sinal de que o Evangelho foi anunciado e está a frutificar. Mas contém sempre a dinâmica do êxodo e do dom, de sair de si mesmo, de caminhar e de semear sempre de novo, sempre mais além» (EG 21).

Exigência da Palavra de Deus

A paróquia missionária sabe que a dinâmica da «saída» não é uma moda, mas uma exigência que brota da Palavra de Deus. Na verdade, «a Palavra possui, em si mesma, uma tal potencialidade, que não a podemos prever. O Evangelho fala da semente que, uma vez lançada à terra, cresce por si mesma, inclusive quando o agricultor dorme (cf. Marcos 4, 26-29)». Por isso, a paróquia missionária tem de «aceitar esta liberdade incontrolável da Palavra, que é eficaz a seu modo e sob formas tão variadas que muitas vezes nos escapam, superando as nossas previsões e quebrando os nossos esquemas» (EG 22). Assim, ninguém se pode negar a sair. E não servem as desculpas da intimidade com Jesus Cristo ou o compromisso comunitário. A verdadeira intimidade «é uma intimidade itinerante, e a comunhão ‘reveste essencialmente a forma de comunhão missionária’» (EG 23).

Cinco verbos missionários

A paróquia missionária identifica-se com os cinco verbos propostos pelo papa Francisco: «Primeirear», envolver-se, acompanhar, frutificar e festejar. O primeiro verbo incita a tomar a iniciativa.  «A comunidade missionária experimenta que o Senhor tomou a iniciativa, precedeu-a no amor (cf. 1João 4, 10), e, por isso, ela sabe ir à frente, sabe tomar a iniciativa sem medo, ir ao encontro, procurar os afastados e chegar às encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos. Vive um desejo inexaurível de oferecer misericórdia, fruto de ter experimentado a misericórdia infinita do Pai e a sua força difusiva. […] Como consequência, a Igreja sabe ‘envolver-se’. Jesus lavou os pés aos seus discípulos. O Senhor envolve-Se e envolve os seus, pondo-Se de joelhos diante dos outros para os lavar; mas, logo a seguir, diz aos discípulos: ‘Sereis felizes se o puserdes em prática’ (João 13, 17). Com obras e gestos, a comunidade missionária entra na vida diária dos outros, encurta as distâncias, abaixa-se – se for necessário – até à humilhação e assume a vida humana, tocando a carne sofredora de Cristo no povo. Os evangelizadores contraem assim o ‘cheiro das ovelhas’, e estas escutam a sua voz. Em seguida, a comunidade evangelizadora dispõe-se a ‘acompanhar’. Acompanha a humanidade em todos os seus processos, por mais duros e demorados que sejam. Conhece as longas esperas e a suportação apostólica. A evangelização patenteia muita paciência, e evita deter-se a considerar as limitações. Fiel ao dom do Senhor, sabe também ‘frutificar’. A comunidade evangelizadora mantém-se atenta aos frutos, porque o Senhor a quer fecunda. Cuida do trigo e não perde a paz por causa do joio. O semeador, quando vê surgir o joio no meio do trigo, não tem reações lastimosas ou alarmistas. Encontra o modo para fazer com que a Palavra se encarne numa situação concreta e dê frutos de vida nova, apesar de serem aparentemente imperfeitos ou defeituosos. O discípulo sabe oferecer a vida inteira e jogá-la até ao martírio como testemunho de Jesus Cristo, mas o seu sonho não é estar cheio de inimigos, mas antes que a Palavra seja acolhida e manifeste a sua força libertadora e renovadora. Por fim, a comunidade evangelizadora jubilosa sabe sempre ‘festejar’: celebra e festeja cada pequena vitória, cada passo em frente na evangelização. No meio desta exigência diária de fazer avançar o bem, a evangelização jubilosa torna-se beleza na liturgia. A Igreja evangeliza e se evangeliza com a beleza da liturgia, que é também celebração da atividade evangelizadora e fonte dum renovado impulso para se dar» (EG 24).

Assumo a exigência que nasce da Palavra de Deus? A intimidade com Jesus Cristo é incompatível com a saída missionária? Conheço os cinco verbos missionários? Quais os verbos que precisam de ser mais e/ou melhor conjugados na minha paróquia?

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happy and diverse volunteer group
Fé anunciada, Paróquias missionárias,

Centro de constante envio missionário

no comment

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Anunciar a alegria da fé

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A paróquia como «centro de constante envio missionário» (Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual [EG], 28) é a afirmação que encerra o conjunto de atributos elencados pelo papa Francisco para renovar a paróquia em chave de conversão missionária.

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27. Centro de constante envio missionário

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A paróquia como «centro de constante envio missionário» (Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual [EG], 28) é a afirmação que encerra o conjunto de atributos elencados pelo papa Francisco para renovar a paróquia em chave de conversão missionária. Em várias reflexões deste itinerário já demos a conhecer alguns dos aspetos mais importantes relacionados com esta temática do envio missionário, nomeadamente no que se refere à formação do discípulo missionário (cf. temas 1 e 11). Neste e nos próximos dois temas (28 e 29) vamos recordar os conteúdos que caracterizam uma Igreja missionária, ou, na bela expressão do papa Francisco, uma Igreja «em saída». Neste contexto, a paróquia, porque é a presença visível da Igreja mais próxima de cada pessoa (cf. tema 13) precisa de se converter também numa paróquia missionária, numa paróquia «em saída».

Mandato missionário

A missão (o envio missionário) de levar o Evangelho a todas as pessoas e lugares não é uma invenção da Igreja, mas uma resposta positiva ao mandato de Jesus Cristo (cf. tema 1): «A evangelização obedece ao mandato missionário de Jesus: ‘Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado’ (Mateus 28, 19-20). Nestes versículos, aparece o momento em que o Ressuscitado envia os seus a pregar o Evangelho em todos os tempos e lugares, para que a fé n’Ele se estenda a todos os cantos da terra» (EG 19). Assim, a paróquia para ser fiel à sua identidade precisa de assumir com alegria (cf. temas 3, 4 e 5) e total disponibilidade o mandato missionário confiado pelo Ressuscitado aos seus discípulos. Por isso a paróquia não pode não ser missionária (cf. tema 12)!

Paróquia missionária «em saída»

A paróquia missionária assume com decisão a «transformação missionária» de toda a sua atividade pastoral. Aqui se encontra a chave da importante mudança que é chamada a promover: um dinamismo de «saída». Aos seus membros recorda que, apesar de existirem e serem válidos diferentes caminhos, variadas metodologias, distintas espiritualidades, multiformes vivências, «hoje todos somos chamados a esta nova ‘saída’ missionária». Por isso, «cada cristão e cada comunidade há de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar esta chamada: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho». A paróquia missionária não ignora as dificuldades provocadas pela concretização do envio missionário, pois é mais cómodo ficar com os que já conhecemos, com os que estão «dentro» ou, então, simplesmente ficar à espera que os que estão «fora» venham ter connosco, solicitem a nossa ajuda. Esta forma de pensar e de agir reforça a ideia de que até parece mais necessário e comprometedor dedicar-se ao «centro» e não às «periferias»! Contudo, sem hesitações, o papa Francisco alerta para a importância de assumir em pleno o significado do mandado missionário: «naquele ‘ide’ de Jesus, estão presentes os cenários e os desafios sempre novos da missão evangelizadora da Igreja» (EG 20).

A «saída» no Antigo Testamento

O papa Francisco, sem ser exaustivo, apresenta apenas alguns exemplos retirados do Antigo Testamento em que «aparece constantemente este dinamismo de ‘saída’, que Deus quer provocar nos crentes» (EG 20). O que acontece com Abraão, Moisés e Jeremias são três entre várias outras situações. «Abraão aceitou a chamada para partir rumo a uma nova terra»: «O Senhor disse a Abrão: ‘Deixa a tua terra, a tua família e a casa do teu pai, e vai para a terra que Eu te indicar. Farei de ti um grande povo, abençoar-te-ei, engrandecerei o teu nome e serás uma fonte de bênçãos. Abençoarei aqueles que te abençoarem, e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoarem. E todas as famílias da Terra serão em ti abençoadas’. Abrão partiu, como o Senhor lhe dissera» (Génesis 12, 1-4). «Moisés ouviu a chamada de Deus: ‘Vai; Eu te envio’, e fez sair o povo para a terra prometida»: «Eu te envio ao faraó, e faz sair do Egito o meu povo, os filhos de Israel» (Êxodo 3, 10). E a Jeremias Deus disse: «Não digas: ‘Sou um jovem’. Pois irás aonde Eu te enviar e dirás tudo o que Eu te mandar. Não terás medo diante deles, pois Eu estou contigo» (Jeremias 1, 7-8).

A comodidade, o envio missionário, as periferias, a saída: como soa tudo isto na minha vida e na minha paróquia? Quais são as minhas principais resistências para assumir em pleno o mandato missionário?

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Frisches Trinkwasser
Fé anunciada, Paróquias missionárias,

Santuário onde os sedentos vão beber

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Anunciar a alegria da fé

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A Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual (EG) caracteriza a paróquia como «santuário onde os sedentos vão beber para continuarem a caminhar» (EG 28). Neste tema aprofundamos a «convicção de que Deus pode atuar em qualquer circunstância, mesmo no meio de aparentes fracassos» (EG 279).

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26. Santuário onde os sedentos vão beber

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A Exortação Apostólica sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual (EG) caracteriza a paróquia como «santuário onde os sedentos vão beber para continuarem a caminhar» (EG 28). Neste contexto, o melhor que tem para oferecer é «o Evangelho, que é a mensagem mais bela que há neste mundo» (EG 277). Neste tema aprofundamos a «convicção de que Deus pode atuar em qualquer circunstância, mesmo no meio de aparentes fracassos». Esta atitude «consiste em saber, com certeza, que a pessoa que se oferece e entrega a Deus por amor, seguramente será fecunda» (EG 279).

A desertificação espiritual

A paróquia missionária têm consciência da «desertificação espiritual» que caracteriza uma parte significativa da sociedade. E não só a sociedade em geral, mas também a «família ou o lugar de trabalho podem ser também o tal ambiente árido, onde há que conservar a fé e procurar irradiá-la». Sobre o «deserto espiritual» já tinha falado Bento XVI, aquando da abertura do Ano da Fé. E apresentou-o como um desafio. Por isso, a paróquia missionária também o assume como um desafio: «é precisamente a partir da experiência deste deserto, deste vazio, que podemos redescobrir a alegria de crer, a sua importância vital para nós, homens e mulheres. No deserto, é possível redescobrir o valor daquilo que é essencial para a vida; assim sendo, no mundo de hoje, há inúmeros sinais da sede de Deus, do sentido último da vida, ainda que muitas vezes expressos implícita ou negativamente. E, no deserto, existe sobretudo a necessidade de pessoas de fé que, com suas próprias vidas, indiquem o caminho para a Terra Prometida, mantendo assim viva a esperança». Perante esta realidade, a paróquia missionária convoca os seus membros a serem «pessoas-cântaro para dar de beber aos outros» (EG 86).

A ação de Cristo Ressuscitado e do Espírito Santo

A paróquia missionária convida a descobrir que «Cristo ressuscitado e glorioso é a fonte profunda da nossa esperança» (EG 275). Por isso, face às situações adversas ou menos favoráveis (como a «desertificação espiritual»), acredita e anuncia que a ressurreição de Jesus Cristo possui «uma força sem igual», «contém uma força de vida que penetrou o mundo» (EG 276). A fé significa acreditar que «a ressurreição de Cristo produz por toda a parte rebentos deste mundo novo; e, ainda que os cortem, voltam a despontar» (EG 278). E também «onde parecia que tudo morreu, voltam a aparecer por todo o lado os rebentos da ressurreição» (EG 276). É alimentados por esta «esperança viva»  (EG 278) que os membros da paróquia missionária se tornam «pessoas-cântaro» (EG 86) sempre cheias das águas da salvação. A paróquia missionária é «fonte de água viva» que sacia os «sedentos» quando mantém «uma decidida confiança no Espírito Santo». Na verdade, «não há maior liberdade do que a de se deixar conduzir pelo Espírito, renunciando a calcular e controlar tudo e permitindo que Ele nos ilumine, guie, dirija e impulsione para onde Ele quiser. O Espírito Santo bem sabe o que faz falta em cada época e em cada momento. A isto chama-se ser misteriosamente fecundos!». O Papa relembra que «esta confiança generosa tem de ser alimentada e, para isso, precisamos de O invocar constantemente» (EG 280).

A força missionária da oração de intercessão

A paróquia missionária está convencida de que «há uma forma de oração que nos incentiva particularmente a gastarmo-nos na evangelização e nos motiva a procurar o bem dos outros: é a intercessão» (EG 281). Esta forma de oração ajuda cada um dos membros da paróquia missionária a não ter «um olhar incrédulo, negativo e sem esperança, mas uma visão espiritual, de fé profunda, que reconhece aquilo que o próprio Deus faz» nos outros. E «esta atitude transforma-se também num agradecimento a Deus pelos outros […], é a gratidão que brota de um coração verdadeiramente solícito pelos outros». Assim moldado pela força missionária da oração de intercessão, os membros da paróquia missionária assumem-se disponíveis para «fazer o bem e partilhar a vida com os outros» (EG 282). Ao destacar esta forma de oração, o Papa afirma que «a intercessão é como a ‘levedação’ no seio da Santíssima Trindade. É penetrarmos no Pai e descobrirmos novas dimensões que iluminam as situações concretas e as mudam» (EG 283).

Nos «desertos» atuais, quero ser uma «pessoa-cântaro»? Reconheço as sementes de ressurreição? Qual é o meu estilo missionário: cansado ou aberto à esperança? Acredito na fecundidade do Espírito Santo? Como retirar a oração de intercessão da rotina de seguir sempre a mesma simples lista de intenções («oração dos fiéis»)?

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