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Liturgia, Quaresma,

Quaresma 2017: Penitência

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Ano Pastoral 2016+17 | Ano A

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1. Março. 2017

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A Quaresma é um “processo narrativo”, por conseguinte, não acelerado, antes um tempo com ritmo. Assume um ritmo próprio que evolui na preparação ou renovação das promessas batismais e na dinâmica penitencial. Esta, considerada em termos pessoais e comunitários, pode ser tomada como sinónimo de conversão e de renovação cristã. É, pois, sobre o caráter batismal que se apoia a dimensão penitencial da Quaresma. Em 2017, o início da Quaresma acontece no dia 1 de março (Quarta-feira de Cinzas).

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Quaresma 2017

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“O princípio e o fim de um processo oferecem uma conexão com sentido, uma unidade com sentido, quando estão interligados um com o outro. […] Também os rituais e as cerimónias são formas de conclusão”. O filósofo Byung-Chul Han, num ensaio sobre o tempo (Fecha os olhos, por favor), parte desta afirmação para sugerir uma mudança de paradigma ou, pelo menos, uma atenção mais cuidada à nossa maneira de estar no tempo. Urge assumir uma dinâmica temporal que lhe devolva o seu “aroma”. A Quaresma é essa ocasião propícia para abrandar o ritmo acelerado e a superficialidade da nossa vida, acalmar, pacificar, deixar que o amor de Deus ressoe no nosso coração. É um tempo de introspeção serena, de contemplação, de reconciliação profunda connosco, com Deus e com os outros.

Fátima: Ano Mariano

Não é adequado sugerir a Quaresma como um tempo triste! Antes de tudo, é um tempo de preparação para a Páscoa. “A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte” (Francisco, Mensagem para a Quaresma de 2017). Neste sentido, a Quaresma é um “processo narrativo”, por conseguinte, não acelerado, antes um tempo com ritmo. Assume um ritmo próprio que evolui na preparação ou renovação das promessas batismais e na dinâmica penitencial. Esta, considerada em termos pessoais e comunitários, pode ser tomada como sinónimo de conversão e de renovação cristã. É, pois, sobre o caráter batismal que se apoia a dimensão penitencial da Quaresma. Por isso, a penitência tem de ser entendida como um meio ou um fruto e nunca a causa ou origem da conversão. “As penitências não se fazem para sofrermos. Fazem-se para melhorarmos. Para nós, cristãos, uma ‘penitência’ não é algo que custa mas um exercício que ajuda a ficar melhor pessoa. […] Abstemo-nos de coisas boas se isso nos ajuda a alcançar outras melhores” (Nuno Tovar de Lemos, Mensageiro do Coração de Jesus, março de 2017). Para tal, precisamos de disposições básicas sem as quais não há conversão possível: a chave é o descentrar-se, deixar de estar voltado para si e colocar o centro no essencial. A esmola centra-nos nas necessidades dos outros; a oração centra-nos no encontro com Deus; o jejum reúne as duas anteriores na centralidade do essencial. Estas práticas tradicionais do tempo quaresmal fazem a ponte com o “Ano Mariano” que celebramos a propósito do Centenário das Aparições em Fátima. A oração e a penitência estão entre os pontos centrais da Mensagem de Fátima: são a resposta dos Pastorinhos às interpelações da Senhora (e do Anjo). A primeira aparição mariana (13 de maio de 1917) traz um pedido com um carácter penitencial: “Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores?”. Deixando de lado o que não é essencial (que só se pode compreender no contexto próprio daquelas crianças), há um conteúdo profundo que se repete hoje: “Quereis oferecer-vos a Deus… pela conversão dos pecadores?”. Eis o essencial que há de orientar a concretização criativa das penitências quaresmais: oferecer a vida a Deus pela nossa conversão, pecadores e confiantes na misericórdia divina.

Laboratório da Fé contemplada

No contexto mariano que orienta a dinâmica pastoral, apropriamo-nos das palavras de São João Paulo II na Carta Apostólica sobre o Rosário (RVM), para as aplicar ao tempo quaresmal. Assim, nesta Quaresma somos também convidados a frequentar a “escola de Maria”, para nos deixarmos “introduzir na contemplação da beleza do rosto de Cristo e na experiência da profundidade do seu amor” (RVM 1). Da mesma forma, podemos dizer que a fé contemplada “tem em Maria o seu modelo insuperável” (RVM 10). Ousamos apresentar duas propostas concretas para entrar na “casa” e na “escola” de Maria: A Via Sacra: Orai Assim (edições Salesianas) e a recitação do terço, em especial os mistérios da dor. Uma e outra, “a partir da experiência de Maria”, são “uma oração marcadamente contemplativa” que requerem “um ritmo tranquilo e uma certa demora a pensar, que favoreçam, naquele que ora, a meditação dos mistérios da vida do Senhor, vistos através daquele que mais de perto esteve em contacto com o mesmo Senhor, e que abram o acesso às suas insondáveis riquezas” (RVM 12).

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2domingoA17_SITE
Liturgia, Tempo Comum,

Eu vi e dou testemunho de que Ele é o Filho de Deus

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Segundo Domingo | Ano A

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15. Janeiro. 2017

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Hoje, dar testemunho não se pode confundir com uma genérica propagação da mensagem ou a mera imposição de uma verdade moral. O testemunho autêntico é como um perfume que se difunde e se manifesta, ao mesmo tempo, de forma discreta e persuasiva. Dar testemunho é, na prática, mostrar as razões da fé, é assumir um estilo de vida belo e atraente que difunde o “perfume do Evangelho”, o bom odor da ação de Deus na vida e no mundoEm 2017, o Segundo Domingo (Ano A) celebra-se no dia 15 de janeiro.

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2 DOMINGO A 2017

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O Segundo Domingo (Ano A) faz ainda eco dos temas e dos textos bíblicos próprios dos tempos de Advento e Natal. Por um lado, com Isaías que fala do Servo de Deus como “luz das nações” (primeira leitura) que traz a salvação (salmo). Por outro, com o extrato do evangelho segundo João que coloca o Batista a designar Jesus Cristo como “Cordeiro de Deus”, o que “batiza no Espírito Santo”, “o Filho de Deus” (evangelho). Esta universalidade da salvação está igualmente presente no trecho inicial da Primeira Carta aos Coríntios (segunda leitura); dela vamos acompanhar a leitura contínua durante vários domingos.

Eu vi e dou testemunho de que Ele é o Filho de Deus

Nos três ciclos litúrgicos este é sempre um domingo de “transição” em que se dá a conhecer um texto do evangelho segundo João. Este ano, o fragmento proposto descreve o testemunho que João Batista dá de Jesus Cristo. Antes, o Precursor, por duas vezes, afirma que não o conhecia. Mas João e Jesus não eram primos? Como é que não o conhecia?

João Batista conhecia a identidade humana de Jesus Cristo. Mas há uma outra identidade, a divina, à qual só se pode ter acesso por revelação ou testemunho. Pelas próprias forças não é possível conhecer a plena personalidade de Jesus Cristo.

Neste enquadramento, destacam-se três expressões colocadas na boca do Batista: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”; “Eu vi o Espírito Santo descer do Céu como uma pomba e permanecer sobre Ele”; “Eu vi e dou testemunho de que Ele é o Filho de Deus”.

O testemunho do Batista sobre Jesus assenta na sua própria experiência religiosa. Nela podemos ler também toda a experiência religiosa dos crentes de Israel. O povo judeu inicia a obra que culmina em Jesus Cristo, Luz do mundo, Cordeiro de Deus, Filho de Deus. Entretanto, como o próprio confirma, é através do que viu no rio Jordão que João Batista fica capacitado para dar testemunho.

Hoje, dar testemunho não se pode confundir com uma genérica propagação da mensagem ou a mera imposição de uma verdade moral. O testemunho autêntico é como um perfume que se difunde e se manifesta, ao mesmo tempo, de forma discreta e persuasiva. Dar testemunho é, na prática, mostrar as razões da fé, é assumir um estilo de vida belo e atraente que difunde o “perfume do Evangelho”, o bom odor da ação de Deus na vida e no mundo.

Louvor

Em “Ano Mariano”, a dinâmica deste tempo designado como “comum” sugere a valorização da atitude de “louvor”. Dar testemunho é também louvar. Com e como Maria, somos convidados a cantar as maravilhas de Deus: “A minha alma glorifica ao Senhor”. Com humildade, proclamamos que todas as “maravilhas” são dom de Deus. Esta é a beleza e também a força da vida cristã que reconhece o louvor como um dom. Na liturgia testemunhamo-lo com as palavras do Prefácio IV do Tempo Comum: “Vós não precisais dos nossos louvores e poder glorificar-Vos é dom da vossa bondade; porque os nossos hinos de bênção, nada aumentando à vossa infinita grandeza, alcançam-nos a graça da salvação”.

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Epifania17_SITE
Liturgia, Natal,

Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer?

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Epifania

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8. Janeiro. 2017

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A Epifania é a manifestação de Deus a “uns Magos vindos do Oriente”. Vista na perspetiva daqueles homens, pode-se apelidar o acontecimento de Festa dos Magos ou Dia de Reis, como é designado pela religiosidade popular. Mas o mais importante é que Deus se dá a conhecer e, neles, dá-se a conhecer a todas as pessoas de todos os tempos e culturas, até hojeEm 2017, em Portugal, a Epifania celebra-se no dia 8 de janeiro.

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Epifania 2017

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Não há fronteiras para o Evangelho: eis a Boa Nova do domingo da Epifania! Os Magos, migrantes daquela época, têm um papel decisivo e irreversível na revelação a todas as nações: viram uma estrela, puseram-se a caminho (evangelho). É uma estrela que brilha para todos, basta erguer o olhar: “Levanta-te […]. Olha ao redor e vê” (primeira leitura), proclama Isaías. E Paulo põe em destaque a universalidade: “os gentios recebem a mesma herança que os judeus” (segunda leitura). Sim, a salvação é para “todos os povos da terra” (salmo). O decisivo está na abertura pessoal do coração. Para quem a acolhe, a estrela da Epifania torna-se a estrela da alegria.

Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer?

A Epifania é a manifestação de Deus a “uns Magos vindos do Oriente”. Vista na perspetiva daqueles homens, pode-se apelidar o acontecimento de Festa dos Magos ou Dia de Reis, como é designado pela religiosidade popular. Mas o mais importante é que Deus se dá a conhecer e, neles, dá-se a conhecer a todas as pessoas de todos os tempos e culturas, até hoje.

O evangelho segundo Mateus não contém um relato sobre o nascimento de Jesus Cristo. Há somente referências no final do primeiro capítulo e no início do segundo. Este começa com uma indicação geográfica e temporal: “Tinha Jesus nascido em Belém da Judeia, nos dias do rei Herodes”.

O episódio dos Magos substitui a narração do nascimento. O objetivo é teológico, pelo que, ao evangelista, também não lhe interessa a descrição dos personagens: diz apenas que são “uns Magos vindos do Oriente”.

“Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer?” — perguntam ao chegar a Jerusalém. Mesmo sem o saber, eles são porta-vozes da busca que habita os homens e mulheres de todos os tempos. Onde está o sentido pleno da vida? Andamos à procura, vemos estrelas, pomo-nos a caminho, queremos encontrar a resposta.

A resposta é o Menino. A estrela é o Menino. Dos sinais externos passamos à pessoa: há que encontrar o Menino, Deus incarnado, Deus connosco. E vamos encontrá-lo no regaço de Maria, como não podia deixar de ser, pois é, através dela, que Deus se torna um ser humano.

Interioridade plena de luz

Os Magos acolheram o sinal, puseram-se a caminho, chegaram à meta. A partir desse momento, como lembrou Bento XVI, aquando da Jornada Mundial da Juventude em Colónia (20 de agosto de 2005), começou o caminho interior. O exemplo dos Magos mostra que a nossa viagem, o caminho da vida, só fica completa quando à peregrinação exterior associamos a peregrinação interior. Eles são os primeiros de uma longa lista de homens e mulheres que andam à procura de Deus. Por isso, a Epifania desafia a uma interioridade plena de luz. E, quem como os Magos se deixa iluminar interiormente pela presença de Deus, escolhe seguir “por outro caminho”, torna-se também ele luz para os outros. Em Ano Mariano, “a Virgem Maria nos ajude a sermos todos discípulos missionários, pequenas estrelas que refletem a sua luz” (Francisco, Angelus, 6 de janeiro de 2014).

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Natal 2016: Interioridade

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Ano Pastoral 2016+17

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25. Dezembro. 2016

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O evangelista Lucas, por duas vezes, refere que Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração (capítulo 2, versículos 19 e 51). Conservar e meditar são dois verbos, duas atitudes essenciais na valorização da interioridade. Digamos que são complementares, na medida em que exprimem duas dimensões próprias da capacidade humana em recordar, fazer memória. Ainda que não se possa estabelecer uma divisão clara entre uma atitude e outra, é razoável associar o verbo conservar à memória “cerebral” (do cérebro) e o verbo meditar à memória “cordial” (do coração). O tempo de Natal decorre entre 25 de dezembro de 2016 e 8 de janeiro de 2017.

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Natal 2016 PDF

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A oportunidade de “um tempo diferente” mantém a pertinência na dinâmica litúrgica e pastoral que teve início no Advento e desemboca no Natal. O tempo caracterizado pelo silêncio, sugerido pelo filósofo Byung-Chul Han no ensaio intitulado Fecha os olhos, por favor, abre-nos ao sentido da vida, sentido esse que leva a mergulhar cada vez mais na profundidade do ser, na interioridade. Sim, a beleza e a grandeza do silêncio conduz à interioridade, temática proposta para o tempo de Natal (período que decorre entre os dias 25 de dezembro e 8 de janeiro). A partir do interior do ser, pelo silêncio, pode-se assimilar os acontecimentos, chegar à contemplação, encontrar um “tempo bom”, isto é, um tempo com ritmo, pois quando se perde o ritmo, “desaparece também todo o tempo justo ou bom”.

Mãe do recordar

Maria é uma mulher de interioridade: “interiorizada pela Palavra de Deus, que fez dela sua Mãe, e interiorizadora da Palavra de Deus, transformando-a no seu Filho” (Domingo Montero, Queremos ver Jesus!, Difusora Bíblica). A sua presença exprime-se de uma forma discreta mas oportuna, sem protagonismos. “Viveu na normalidade da fé, e viveu a fé com normalidade”. Deixou-se tocar pelo espanto da vida. O evangelista Lucas, por duas vezes, refere que Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração (capítulo 2, versículos 19 e 51). Conservar e meditar são dois verbos, duas atitudes essenciais na valorização da interioridade. Digamos que são complementares, na medida em que exprimem duas dimensões próprias da capacidade humana em recordar, fazer memória. Ainda que não se possa estabelecer uma divisão clara entre uma atitude e outra, é razoável associar o verbo conservar à memória “cerebral” (do cérebro) e o verbo meditar à memória “cordial” (do coração). A primeira, relacionada com o “arquivo de dados” na inteligência, corre sempre o risco do esquecimento. Até mesmo as tecnologias que se vangloriam da capacidade em armazenar dados estão sempre sujeitas à perda desses dados, quer seja por uma falha de funcionamento, quer pela erosão do tempo, quer pelos ataques deletérios perpetrados com a intenção de os fazer desaparecer. Nem o mais sofisticado backup se apresenta totalmente seguro. Ao contrário, a memória “cordial”, relacionada com o calor das vivências guardadas no coração, permanece para sempre, pois o “coração” jamais esquece as palavras e os acontecimentos que nele são conservados e meditados. “Maria ensina a interiorizar a vida, a depositá-la nesse espaço seguro, à prova de amnésias, que é o coração”. Maria é, pois, Mãe do recordar como evoca Chiara Casucci num poema musicado por Mite Balduzzi.  “Enquanto a memória cerebral se alimenta apenas de experiências, a memória cordial alimenta a esperança. E cultivar esta memória do coração não é uma ingenuidade: é a maior audácia. Só os fortes são capazes disso. A memória do coração sabe fazer da vida, com as suas luzes e as suas sombras, alegrias e sofrimentos, um ‘magnificat’ de gratidão, louvor e alegria, como soube Maria” (Domingo Montero). A vivência da interioridade, com e como Maria, impele-nos a fazer nosso o seu louvor pelas maravilhas de Deus operadas na sua vida e na nossa (a atitude do “louvor” vai dinamizar o Tempo Comum).

Laboratório da Fé contemplada

Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração (Lucas 2, 19). Ela conhecia parte da verdade. Há de tornar-se guardiã e mediadora do mistério daquele Menino, no qual se encontram e se reconciliam o divino e o humano. Por enquanto, a realidade é demasiado ampla para ser compreendida de um só fôlego; é preciso ir meditando-a no coração. Que belo testemunho de fé contemplada! Neste contexto, o entrelaçar destas duas atitudes (conservar e meditar) exprime-se na capacidade em rezar, isto é, ler a vida a partir de Deus: contemplar. A vida torna-se lugar da presença do divino, fica “grávida” de Deus para o “dar à luz” no quotidiano. É claro que a presença de Deus não depende de nós, até porque “Ele está no meio de nós”. E quando dizemos que Deus está no meio de nós não o afirmamos em termos geográficos, mas que está em nós, habita-nos: é Deus connosco. O desafio humano consiste em perceber e acolher essa presença, como Maria. Na verdade, a interioridade própria de uma fé contemplada não me pede um mero exercício de introspeção, mas o reconhecimento da presença de Deus em mim, no meu ser.

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Liturgia, Maria, Natal,

Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração

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Oitava do Natal

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1. Janeiro. 2017

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Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração. Ela conhecia parte da verdade. Há de tornar-se guardiã e mediadora do mistério daquele Menino, no qual se encontram e se reconciliam o divino e o humano. Por enquanto, a realidade é demasiado ampla para ser compreendida de um só fôlego; é preciso ir meditando-a no coração. Que belo testemunho de fé contemplada! No primeiro dia do ano (1 de janeiro), a liturgia celebra a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus.

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Santa Maria 2017

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Oito dias após a comemoração do nascimento de Jesus, a Igreja celebra a Mãe de Deus, Santa Maria. O oitavo dia do Menino é igualmente, segundo os rituais judaicos, o da circuncisão e da atribuição do nome (evangelho). As evocações de bênçãos próprias do primeiro dia do ano (primeira leitura e salmo) ligam-se com o gesto contemplativo dos pastores. E referindo-se ao “Filho, nascido de uma mulher e sujeito à Lei”, Paulo recorda que também nós somos filhos “por graça de Deus” (segunda leitura). Hoje é ainda o Dia Mundial da Paz, instituído em 1967 pelo beato Paulo VI.

Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração

No domingo após a Páscoa, a liturgia propõe o texto evangélico segundo João, no qual se diz que “oito dias depois” o Senhor Jesus Cristo voltou a encontrar-se com os discípulos, com todos! Eis consagrado o domingo como o dia do Senhor, o primeiro, o oitavo dia, o ciclo semanal do encontro com o Ressuscitado.

Em certo sentido, no primeiro dia do ano acontece o mesmo, uma vez que se dá a feliz coincidência com o domingo. Os pastores, no dia de Natal, encontraram tudo como o anjo lhes tinha dito; e “regressaram, glorificando e louvando a Deus”. Neste caso, o oitavo dia é o do pleno cumprimento dos anúncios a Maria, a José, aos pastores. Estes passam de recetores a emissores do anúncio (tal como os discípulos). Estamos na plenitude dos tempos!

Maria conservava todos estes acontecimentos, meditando-os em seu coração. Ela conhecia parte da verdade. Há de tornar-se guardiã e mediadora do mistério daquele Menino, no qual se encontram e se reconciliam o divino e o humano. Por enquanto, a realidade é demasiado ampla para ser compreendida de um só fôlego; é preciso ir meditando-a no coração. Que belo testemunho de fé contemplada!

Conservar contém a ideia de guardar na memória o que se vê e/ou escuta. Meditar remete para a capacidade de pensar sobre o que se vê e/ou escuta. São, portanto, termos que se completam mutuamente. Assim, a relação entre os dois pode-se traduzir pela capacidade em rezar, ler a vida a partir de Deus: contemplar.

Interioridade plena de paz

Conservar e meditar são atitudes de Maria que já se tinham evidenciado aquando da visita a Isabel. O Magnificat expressa a interioridade do ser que se sente agradecido pelas maravilhas realizadas por Deus. Por isso, é uma magnífica oração para ser rezada todos os dias deste “Ano Mariano”. Ao mesmo tempo, “nas mãos de Maria, Mãe do Redentor, coloquemos as nossa esperanças com confiança filial. A Ela, que estende a sua maternidade a todos os seres humanos, confiemos o brado de paz das populações oprimidas pela guerra e pela violência, para que a coragem do diálogo e da reconciliação prevaleça sobre as tentações de vingança, de prepotência e de corrupção. A Ela peçamos que o Evangelho da fraternidade, anunciado e testemunhado pela Igreja, possa falar a cada consciência e abater os muros que impedem aos inimigos que se reconheçam irmãos” (Francisco, Angelus, 1 de janeiro de 2014).

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Liturgia, Natal,

A luz verdadeira, que ilumina todo o homem

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Natal

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O evangelho da “Missa do Dia” mostra que “a luz verdadeira” não corresponde às iluminações que preenchem as ruas e as casas. A “luz verdadeira” é a que “ilumina todo o homem”, a partir de dentro. Não é uma luz exterior, mas a luz que, na interioridade, ilumina o nosso ser. Em 2016, o dia de Natal coincide com o domingo (25 de dezembro).

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Em dia de Natal, o prólogo do evangelho segundo João suscita o nosso espanto: o evangelista acolhe a beleza do mistério e reflete-a numa linguagem também extraordinariamente bela. A Palavra, o Verbo, torna-se Luz (evangelho), a Boa Nova assume um rosto humano. Deus fala-nos pelo seu Filho (segunda leitura). Eis o motivo do nosso júbilo: «o Senhor consola o seu povo» (primeira leitura), «o Senhor deu a conhecer a salvação» (salmo). O Menino acabado de nascer é o nosso Deus. E Deus, em Jesus Cristo, declara definitivamente o seu amor a todas as pessoas. Vinde, adoremos!

«A luz verdadeira, que ilumina todo o homem»

João reenvia-nos para o «princípio» da Criação. A narrativa bíblica tem aí o seu início, nas primeiras letras do Génesis: «No princípio, Deus criou o céu e a terra». O que João designa como «Verbo» é, no princípio, a Palavra criadora de Deus.

Ainda no relato primordial, Deus começa por dizer: «Faça-se a luz». O prólogo joanino, organizado com a textura do Génesis, desperta-nos para a essência do Natal. Há um novo «princípio» que, sem anular o primeiro, dá-lhe sentido e plenitude. O evangelista lembra que a Palavra é a Luz, «a luz verdadeira, que ilumina todo o homem».

Há uma outra relação que se espelha na vida da Igreja. É o «lucernário» (rito da luz) que inicia a Vigília Pascal, no decorrer da qual também se proclama o trecho do Génesis. Aí está de novo a Palavra que é a Luz. A coincidência do Natal com o domingo (Páscoa semanal) celebra o nascimento de Jesus Cristo em dimensão pascal.

O escrito joanino propõe a leitura do nascimento de Jesus e dos acontecimentos posteriores como uma nova criação, um novo começo da história de Deus connosco. Aquele que cria é o que habita entre nós. Aquele que é Palavra e Luz «fez-Se carne».

A carne é o que nos permitir existir, mas também é o nosso limite. Quando Deus se faz um de nós, aceita o que nos limita; as nossas fraquezas, medos, sofrimentos, dores, são assumidas por Deus.

O Natal, a partir de Deus, é a habitação na nossa carne para a «iluminar» com a luz da Páscoa. O Natal, a partir de nós, é a plena incarnação dos nossos limites, para os deixar «iluminar» por Deus.

Interioridade

O evangelho da «Missa do Dia» mostra que «a luz verdadeira» não corresponde às iluminações que preenchem as ruas e as casas. A «luz verdadeira» é a que «ilumina todo o homem», a partir de dentro. Não é uma luz exterior, mas a luz que, na interioridade, ilumina o nosso ser. «No Natal, Deus entrega-se totalmente a nós, oferecendo-nos o seu único Filho, que é toda a sua alegria. E somente com o Coração de Maria, a humilde e pobre filha de Sião, que se tornou Mãe do Filho do Altíssimo, é possível exultar e alegrar-se pelo imenso dom de Deus e pela sua surpresa imprevisível. Que Ela nos ajude a sentir o enlevo […] devido à Natividade de Jesus, o dom dos dons, o presente imerecido que nos traz a salvação. O encontro com Jesus levar-nos-á, também a nós, a sentir esta grandiosa surpresa!» (Francisco, Angelus, 20 de dezembro de 2015).

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Advento, Liturgia,

Será chamado “Emanuel”, que quer dizer “Deus connosco”

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Quarto Domingo de Advento | Ano A

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18. Dezembro. 2016

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Maria e José ficaram espantados com a missão que lhes foi confiada. Esse espanto que enche de temor abre os seus corações à ação do Espírito Santo. Nem mais! Nas profundezas do coração, lá onde se fazem todas as perguntas, lá onde se tomam as decisões, José e Maria encontram Deus. Um Deus que fala no silêncio. O mesmo pode acontecer connoscoEm 2016, o Quarto Domingo de Advento (Ano A) celebra-se no dia 18 de dezembro.

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4AdventoA2016

 

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O Quarto Domingo de Advento (Ano A) conduz-nos ao início do evangelho segundo Mateus: o relato da Anunciação a José, uma página que entronca Jesus na genealogia de David (evangelho). Para isso, Mateus conjuga o anúncio com um sonho. José aceita a missão, permitindo assim que Jesus fique associado à linhagem messiânica: José é descendente de David. A intervenção do Espírito Santo na conceção do Menino cumpre a profecia de Isaías (primeira leitura): o Emanuel (Deus connosco) nascerá de Maria. Do coração dos crentes, brota um cântico de alegria (salmo). E Paulo vive a missão de anunciar esta Boa Nova (segunda leitura).

«Será chamado ‘Emanuel’, que quer dizer ‘Deus connosco’»

Anunciação do Anjo é uma expressão que faz pensar, quase se imediato, na visita do Anjo a Maria. Mas essa é uma das perspetivas, a que chegou até nós pela pena de Lucas. Contudo, outro evangelista, Mateus, põe em destaque a visita a José: a Anunciação do Anjo a José.

Nas aldeias e cidades, nas casas e nas igrejas, adornam-se e iluminam-se as montras e as ruas, as portas e as janelas… Os presépios ganham forma, ainda que sejam cada vez mais discretos, tendo sido substituídos por presentes e/ou imagens promovidas por campanhas publicitárias. Em qualquer caso, são sinais da festa que se aproxima (até para muitos que não acreditam!).

Mateus, decalcando Isaías, clarifica: o sinal, por excelência, é o da Virgem que vai dar à luz um Menino: «Será chamado ‘Emanuel’, que quer dizer ‘Deus connosco’». Emanuel (em hebraico) traduz-se por «Deus connosco». Esta é a sua missão: assumir a nossa humanidade para que Deus seja connosco, se torne um de nós (em tudo, exceto no pecado).

É precisamente o «pecado» que remete para a plenitude da missão, de acordo com a indicação dada pelo mensageiro divino: o seu nome próprio será «Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados». Jesus (em hebraico) significa «o Senhor salva».

«Emanuel» e «Jesus» são os sinais mais verdadeiros do Natal: Deus é connosco para nos salvar. Será que os desejos e presentes que vamos trocar com os familiares e amigos se podem converter em sinais da presença de Deus, sinais de salvação?

Silêncio de intimidade

Maria e José ficaram espantados com a missão que lhes foi confiada. Esse espanto que enche de temor abre os seus corações à ação do Espírito Santo. Nem mais! Nas profundezas do coração, lá onde se fazem todas as perguntas, lá onde se tomam as decisões, José e Maria encontram Deus. Um Deus que fala no silêncio. O mesmo pode acontecer connosco. Isso é o Natal! Para o fazer acontecer é preciso mergulhar na intimidade do nosso ser, envolvê-la de silêncio, um silêncio de intimidade. «Preparamo-nos então a celebrar o Natal contemplando Maria e José: Maria, a mulher cheia de graça que teve a coragem de se confiar totalmente à Palavra de Deus; José, o homem fiel e justo que preferiu acreditar no Senhor em vez de ouvir as vozes da dúvida e do orgulho humano. Caminhemos com eles rumo a Belém» (Francisco, Angelus, 22 de dezembro de 2013).

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2adventoa16_site
Advento, ,

Segunda semana de Advento

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Advento 2016: Silêncio

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4. Dezembro. 2016

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Sugestão com 5 tópicos (fé) para a segunda semana de Advento (4 a 10 de dezembro): fé professada, fé celebrada, fé vivida, fé anunciada, fé contemplada.

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Fé professada

O Advento convida a reavivar a esperança, num mundo em que parece estar cada vez mais ausente. As esperanças do mundo são fugazes, têm pouca durabilidade. O Advento lembra aos cristãos a importância de proclamar a esperança num futuro repleto de felicidade e de paz. Mas atenção: a esperança tem de ser posta em Deus, não em nós!

Fé celebrada

«O Verbo divino, que num dado momento Se fez carne na Palestina, vem também para cada geração de crentes cristãos. João precedeu a vinda de Jesus na história e também precede a sua vinda entre nós. Na Comunhão dos Santos, João está presente nas nossas assembleias nestes dias, anuncia-nos Aquele que está para vir e exorta-nos, portanto, ao arrependimento. Por isso, todos os dias, nas Laudes matutinas, a Igreja reza o cântico que Zacarias, pai de João, entoou no seu nascimento: ‘E tu, menino, irás à sua frente a preparar os seus caminhos, para dar a conhecer ao seu povo a salvação pela remissão dos seus pecados’ (Lucas 1, 76-77)» (Diretório homilético, 89).

Fé vivida

João Batista reclama, com todas as suas forças, que todos ponham o máximo de esforço, sem subterfúgios, em tornar possível a salvação: «Arrependei-vos, porque está perto o reino dos Céus. […] Praticai ações que se conformem ao arrependimento que manifestais». As ações que pratico manifestam arrependimento?

Fé anunciada

Ao anúncio de João Batista, o mesmo que será proclamado por Jesus Cristo, segue-se um conjunto de afirmações que, numa leitura rápida, podem soar a medo ou qualquer coisa negativa. Não é o Evangelho uma boa notícia? Sim, pois o centro não está na ameaça do «fogo que não se apaga», mas na importância do arrependimento (conversão), na capacidade em dar bons frutos.

Fé contemplada

Em tempo de Advento com tonalidade mariana, o facto de nesta semana celebrarmos a Imaculada Conceição (8 de dezembro) pode-se dedicar maior atenção às primeiras palavras da Avé Maria, palavras que são retiradas da saudação do Anjo: «Avé Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco». Em silêncio aberto à paz, deixo-me conduzir pela contemplação da descida do Espírito não só sobre Maria, mas também sobre mim, hoje, como no dia do meu batismo.

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Advento, Até domingo,

Terceiro Domingo de Advento

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Até domingo — Ano A

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Ide contar o que vedes e ouvis

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Oração diária a partir do evangelho do domingo seguinte. Uma proposta traduzida e adaptada do original em francês apresentado em «vers dimanche».

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A pergunta de João

O episódio narrado no evangelho proposto pela Igreja para o Terceiro Domingo de Advento (Ano A) apresenta João Batista num momento crucial da sua vida. Foi preso por ter denunciado publicamente um escândalo na família real e os seus apelos à conversão incomodavam as autoridades religiosas. Entretanto, está confuso com o que ouve dizer sobre Jesus. Terá ele imaginado uma salvação mais ao estilo «super heróis»? Em qualquer caso, questiona-se. Confio ao Senhor os momentos em que também me sinto um pouco perdido, e peço-lhe que me ilumine.

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O mistério de Jesus

Como João, também pode acontecer que eu não compreenda as palavras e os gestos de Jesus Cristo. Esta minha incompreensão pode ser por causa do que está escrito nos evangelhos, ou por causa do que me acontece atualmente. Às vezes, tenho dificuldade em entender o que o Senhor faz ou quer de mim, e isso pode-me desmotivar. Então, peço-lhe a graça de nunca perder a confiança, nele e em mim.

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A Boa Nova

Jesus não foge à questão dos discípulos de João. Mas convida João e os seus interlocutores a uma tomada de posição: «bem-aventurado aquele que não encontrar em Mim motivo de escândalo». De forma pedagógica, cita as Escrituras para recordar a origem das suas ações e dos seus frutos. Leio lentamente a passagem: «os cegos veem…». Hoje, escolho estar atento a sinais semelhantes no meu quotidiano: como é que se dá a cura da cegueira e da surdez?

[/et_pb_toggle][et_pb_toggle admin_label=”Quinta” title=”Quinta, 8 de dezembro” open=”off” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

A graça realizada em Maria

Ao celebrar a Imaculada Conceição de Maria, festejamos a preferência de Deus por toda a humanidade. Pela sua confiança e disponibilidade, pelo seu hábito em conservar as coisas no coração de mãe e de crente, Maria é a «primeira a caminho». Ela testemunha uma intimidade profunda com o Senhor. No coração deste Advento e com o auxílio de Maria, decido preparar o Natal dando tempo e espaço à oração.

[/et_pb_toggle][et_pb_toggle admin_label=”Sexta” title=”Sexta, 9 de dezembro” open=”off” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

João, um modelo

Jesus faz um elogio a João Batista. Isso ajuda-nos a entrar no mistério deste homem pouco comum. Pais cheios de fé e de esperança, nascimento inesperado, primo de Jesus, asceta à vontade no deserto e diante das multidões que vêm ao seu encontro, este homem atua no Jordão com um sentido apurado de justiça e a missão especial de anunciar a iminência do Messias. João faz parte dos amigos de Deus que podem inspirar as minhas intenções e os meus atos deste dia.

[/et_pb_toggle][et_pb_toggle admin_label=”Sábado” title=”Sábado, 10 de dezembro” open=”off” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

João, um caminho

Apesar de elogiar João, Jesus não perde de vista o seu projeto: ajudar os seus ouvintes — e a nós também — a entrar na dinâmica alegre e radical do Reino de Deus. Não hesita, portanto, em dizer que João é «menor» do que os menores no Reino. Precisamos de seguir pelo caminho aberto por João para entrar no Reino. Peço a graça de querer viver, no dia a dia, a energia do Reino.

[/et_pb_toggle][et_pb_toggle admin_label=”Domingo” title=”Domingo, 11 de dezembro” open=”off” use_border_color=”off” border_color=”#ffffff” border_style=”solid”]

Um povo de profetas

Esta troca entre João e Jesus recorda um aspeto paradoxal da festa do Natal que se aproxima. Sim, uma santa boa nova é anunciada, boa nova já trazida por João: Deus vem salvar-nos. Mas há uma grande incompreensão sobre a maneira de agir deste Deus que não se impõe. No nascimento como na vida pública de Jesus, Deus revela-se numa determinada forma de impotência e em sinais que só a fé ajuda a reconhecer. No Natal, os surdos ouviram… e a boa nova foi anunciada aos pobres. Mas isso sucedeu na alegre discrição que pede um coração aberto ao inesperado. A nós, também nos pede confiança e que nos tornemos profetas desta boa nova que encoraja e faz viver.

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Mateus 11, 2-11

Naquele tempo, João Batista ouviu falar, na prisão, das obras de Cristo e mandou-Lhe dizer pelos discípulos: «És Tu Aquele que há de vir, ou devemos esperar outro?». Jesus respondeu-lhes: «Ide contar a João o que vedes e ouvis: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e a Boa Nova é anunciada aos pobres. E bem-aventurado aquele que não encontrar em Mim motivo de escândalo». Quando os mensageiros partiram, Jesus começou a falar de João às multidões: «Que fostes ver ao deserto? Uma cana agitada pelo vento? Então que fostes ver? Um homem vestido com roupas delicadas? Mas aqueles que usam roupas delicadas encontram-se nos palácios dos reis. Que fostes ver então? Um profeta? Sim – Eu vo-lo digo – e mais que profeta. É dele que está escrito: ‘Vou enviar à tua frente o meu mensageiro, para te preparar o caminho’. Em verdade vos digo: Entre os filhos de mulher, não apareceu ninguém maior do que João Batista. Mas o menor no reino dos Céus é maior do que ele».

© Secretariado Nacional de Liturgia

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Advento, Liturgia,

Ide contar o que vedes e ouvis

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Terceiro Domingo de Advento | Ano A

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11. Dezembro. 2016

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A alegria está aí! Este é o «Domingo da Alegria», o Terceiro de Advento (Ano A). Uma alegria já proclamada pelo profeta Isaías ao povo exilado, alegria que é trazida por Deus. Tenhamos confiança! Deus vem salvar-nos . E, como exorta Tiago, esperemos com paciência: desejando a «vinda do Senhor», permanecendo firmes na fé e vigilantes na esperança. Em 2016, o Terceiro Domingo de Advento (Ano A) celebra-se no dia 11 de dezembro.

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3AdventoA2016

 

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Estará João Batista impaciente? Ele manda perguntar a Jesus: «És Tu Aquele que há de vir, ou devemos esperar outro?» (evangelho). Jesus Cristo responde com atos, os mesmos que cumprem as profecias. Então, para nós, a alegria está aí! Este é o «Domingo da Alegria», o Terceiro de Advento (Ano A). Uma alegria já proclamada pelo profeta Isaías ao povo exilado, alegria que é trazida por Deus (primeira leitura). Tenhamos confiança! Deus vem salvar-nos (salmo). E, como exorta Tiago, esperemos com paciência: desejando a «vinda do Senhor» (segunda leitura), permanecendo firmes na fé e vigilantes na esperança.

«Ide contar o que vedes e ouvis»

João Batista é um verdadeiro profeta, «mais que profeta», é o Precursor. O elogio que recebe de Jesus confirma essa missão: dispor o coração dos outros para se abrirem à ação de Deus. Mesmo na prisão, não deixa de apontar para «Aquele que há de vir», como sempre o fez.

O caminho do Messias, que Deus o encarregou de preparar, mantém-se no centro das suas ocupações. Então, talvez não esteja impaciente. O envio dos discípulos com uma questão, mais do que uma dúvida, é porventura uma estratégia para os levar até Jesus, para os fazer contemplar os sinais da vinda do Messias.

Jesus, entrando no jogo, não oferece uma resposta passiva, do género «Sim, sou o Messias» ou «Não sou, tendes de esperar outro». A resposta é duplamente ativa: fala-lhes da mudança que está a acontecer — «os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são curados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e a Boa Nova é anunciada aos pobres» — e, ao mesmo tempo, convida-os a dar testemunho: «Ide contar [a João] o que vedes e ouvis».

A resposta remete para a vida, para as atitudes e comportamentos, neste caso, marcados pelo amor aos outros, pela alegria das palavras. Hoje, o que temos para contar? Se nos perguntarem se somos discípulos missionários de Jesus Cristo ou é preciso esperar outros, como respondemos? Podemos dizer, como Jesus, para verem o que fazemos e ouvirem o que dizemos? O nosso dia é preenchido com gestos de amor ou só com palavras e intenções?

Silêncio alegre

A prática das obras de misericórdia permite-nos experimentar a mesma alegria vivida por Jesus Cristo. E para tornar atuais os sinais messiânicos, temos de começar pela contemplação silenciosa do outro. Sem juízos prévios. Primeiro, abrir os olhos e os ouvidos para perceber as suas necessidades reais e, depois, agir com eficácia, à maneira de Jesus Cristo. Então, desse silêncio ativo brotará o silêncio alegre da salvação. Neste processo, acompanha-nos a jovem de Nazaré, Maria. «A Ela o Anjo disse: ‘Alegra-te, ó cheia de graça: o Senhor está contigo’ (Lucas 1, 28). Que Ela nos obtenha viver a alegria do Evangelho em família, no trabalho, na paróquia e em todos os ambientes. Uma alegria íntima, feita de admiração e ternura. A que sente uma mãe quando olha para o seu filho recém-nascido, e sente que é um dom de Deus, um milagre que se deve agradecer!» (Francisco, Angelus, 15 de dezembro de 2013).

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